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O meu maior professor


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O TEMPO foi o melhor professor que tive…

Com ele aprendi tudo o que sei.

Aprendi a levantar a cabeça, a sentar, a engatinhar, a andar, a correr…

Aprendi a saborear, a beber, a comer…

Aprendi a amar e até a esquecer…

Com o TEMPO aprendi a arriscar e a não esmorecer.

Aprendi a lutar, a ganhar e a perder.

Aprendi a estudar, analisar, conferir, concluir.

Aprendi a ler, escrever, contar, somar, subtrair

Aprendi a multiplicar e dividir.

Aprendi a ler feições, aprendi a identificar toques:

Os amorosos, os de malicia, os de indiretas, os de ofensas, os de penar…

Com o tempo aprendi a ler as linhas   e as mensagens escondidas por entre elas (as entrelinhas)

Aprendi a pressentir o efeito logo depois da causa…

Aprendi o compasso musical

Aprendi o tom e a afinação na melodia

Aprendi a diferença entre noite e dia

Aprendi a controlar os órgãos excretores de meu corpo

Aprendi a superar a dor da fome

A esperar o momento certo

Para me alimentar e saciar

Aprendi tudo com o TEMPO

Tudo em mim aprendeu muito com o TEMPO

Meus olhos a ver e enxergar o que via

Meus ouvidos a ouvir e escutar o que ouvia

Meus braços a buscar o meu sustento

Minhas pernas a caminhar

Tudo em mim aprendeu muito com o TEMPO.

Menos meu coração…

O aprendizado não foi completo…

Ele aprendeu a amar e perdoar,

Mas não aprendeu a pensar…

 

Texto de Marluci Brasil

OBS: Respeite os direitos autorais.

 

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Publicado por em 30 de junho de 2018 em MEUS ESCRITOS

 

Pedido de Perdão ao Povo Nordestino.


Perdão povo sofrido.
Perdão pelas palavras secas
Perdão pelos olhares “miopados” pelo grau ódio ascendente
Pelo preconceito endoidado
Perdão pelo julgamento e veredito injustiçado.

Perdão POVO NORDESTINO
Perdão povo lindo e acolhedor
Perdão pela falta de respeito
Perdão pela ausência de amor.

Nosso Brasil está doente…
Seus irmãos de outras regiões
Estão ensandecidos
Mas não um punhado deles
A loucura é aos milhões.

Perdão por serem carentes de noções de história
Perdão pela falta de memória
Perdão pela fajuta oratória
Perdão pela palavra inglória

Perdão cabra-da-peste
Perdão…Perdão…
Não falo pelas outras regiões
Mas pelo meu Centro Oeste
Eu peço o seu perdão

(versos de Marluci Brasil __ respeite os direitos autorais)nordestinoscg.jpg.800x0_q85_crop

 
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Publicado por em 8 de outubro de 2018 em MEUS ESCRITOS

 

MORENO


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MORENO SABOR CANELA

MORENO SABOR PIMENTA

QUE ME AGITA…ME APOQUENTA

ME AFAGA… ME ENTERNECE

MORENO SABOR PAIXÃO

MORENO SABOR DESEJO

QUE ME AFOGA COM SEU BEIJO

QUE ME ESQUENTA O CORAÇÃO

MORENO SABOR PERIGO

MORENO SABOR PECADO

QUE CONFUNDE O QUE EU DIGO

QUE ESCLARECE A CONFUSÃO

MORENO… AHHHH… MORENO PROIBIDO!

QUE ENTROU NO MEU REFÚGIO

VIOLENTOU MINHA TIMIDEZ

SEM QUALQUER SUBTERFUGIO

ROUBOU-ME A LUCIDEZ

MORENO JAMBO

MORENO PURO

MORENO CLARO

MORENO ESCURO

MORENO É SENSAÇÃO

MORENO… AH, MORENO!

TENTAÇÃO!!!!!!!!!!!!!!!

(Texto de Marluci Brasil publicado no livro NOVA MULHER ___ Respeite os direitos autorais)

 

 

 
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Publicado por em 21 de agosto de 2018 em MEUS ESCRITOS

 

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Não!


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Nunca digo NÃO para as oportunidades.

Se ela me chega como nova forma de ver e sentir, eu digo SIM.

Se ela me desafia o pensamento e me induz ao questionamento, eu digo SIM.

Se ela me aponta um novo caminho ainda que obscuro ou cheio de curvas, e se esse caminho é capaz de me tirar da estagnação eu digo SIM!

Mas se ela me mostra que haverá um novo sentimento a ser plantado, cultivado e colhido; não sou quem responde, é o meu coração.

E ele responde: Não!

 

(texto de Marluci Brasil __ Respeite os direitos autorais)

 
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Publicado por em 30 de junho de 2018 em MEUS ESCRITOS

 

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A ordem do inverso


Sou de uma geração única e mais compreensiva, porque somos a última geração que ouviu seus pais, avós e tios.

Também respeitamos os pais, professores, pessoas mais velhas e amávamos de verdade.

Nós tínhamos apelido e não era desrespeito, as músicas que ouvíamos não agrediam.

Nós atravessamos a era do rock,  hippies, viagem a lua, muitas guerras que não eram nossas, crescemos protegidos pelos militares, estudamos em escolas e faculdades públicas, não havia plano de saúde, brincávamos o carnaval nos clubes, havia baile de debutantes, tínhamos 2 meses de férias, namorávamos e muitos de nós se casou com a primeira namorada e está casado até hoje.

Somos uma edição LIMITADA! Todos os dias somos menos.

Aproveite enquanto você pode.

Aprenda conosco.

E tenha em mente que, tivemos muito trabalho para construir um MUNDO que hoje está sendo destruído por falta do que no passado tínhamos em abundância, AMOR AO PRÓXIMO.💝

(Desconheço a autoria do texto)

 

O tempo de hoje


Com os anos passando feito dias, tão rapidamente que quase me passam desapercebidos, aprendi a reconhecer meus medos, depois a controla-los, depois a diminui-los, depois a elimina-los.
Hoje não tenho mais medos.
O medo irradia forças negativas, que atraem críticas que podem ser negativas e duplicar o poder de destruição do medo.
Aprendi que se você teme, mostra onde pode ser atingido mortalmente.
Aprendi que se você não teme, você paralisa a crítica nos outros, que se sentem tolhidos e dominados pela sua força mental positiva.
Hoje não tenho medo nem da morte.
Hoje tenho é medo de não viver.
Hoje aprendi que o profundo pode ser menos perigoso que o raso, porque pessoas rasas me incomodam. Essa questão de “dar pé” às vezes é menos envolvente do que “boiar”.
Hoje não arrisco mais dar o primeiro passo mesmo porque é preciso estar parada para dar o primeiro passo e eu não tenho mais tempo para ficar parada.
Hoje eu me arrisco no salto!
Hoje eu me jogo!
Hoje eu atropelo as situações de entraves daquilo que quero e que preciso ser e ter!
Hoje só tenho medo de aranha caranguejeira!

(Texto de Marluci Brasil __ respeite os direitos autorais.)

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Publicado por em 24 de junho de 2018 em MEUS ESCRITOS

 

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Aprendi A Não Bater De Frente Com Quem Só Entende O Que Lhe Convém

Aprendi A Não Bater De Frente Com Quem Só Entende O Que Lhe Convém

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Uma das coisas mais desagradáveis que ocorrem é sermos mal entendidos, quando o outro deturpa nossas palavras ou nossas atitudes, descontextualizando-as e utilizando-as em proveito próprio, enquanto nos coloca como o vilão da história. A gente acaba até ficando sem saber se nós é que não soubemos nos colocar ou se o outro é que não sabe interpretar um texto.

Infelizmente, quanto mais tentarmos provar o nosso ponto de vista, quanto mais nos explicarmos, pior ficaremos, porque quem não entende da primeira vez raramente compreenderá dali em diante.

Quem se faz de bobo e de vítima jamais será capaz de assumir seus erros, de se responsabilizar por seus atos, de se colocar no lugar de alguém. Tentar fazê-los enxergar além de seu umbigo é inútil.

Na verdade, teremos que sempre ser verdadeiros e claros, com todo mundo, pois, assim, quem nos conhece de fato e gosta de nós não se abalará com as maledicências que alguém tentar espalhar sobre nossa pessoa.

Temos que ter a tranquilidade de que vivemos de acordo com o que somos, sem dissimulações e meias verdades, para que a mentira alheia não nos atinja nunca, tampouco possa ser levada em conta por quem nos é importante.

Eu costumava bater de frente, quando entendiam errado o que eu dizia, quando maldiziam minhas atitudes. Hoje, não perco mais tempo tentando provar nada a ninguém, de jeito nenhum. O meu tempo é por demais precioso e resolvi aproveitá-lo fazendo o que eu gosto, junto com quem me faz bem.

Hoje, tenho a certeza de que muitas pessoas só entenderão aquilo que quiserem e da maneira que melhor lhes convier.

Não importa o que eu diga ou o que eu faça, muitas pessoas somente interpretarão minha vida de acordo com o nível de percepção delas mesmas, para que possam se justificar através dos erros que transferem ao mundo – segundo elas mesmas, elas nunca erram. Não tenho muito tempo livre, portanto, não gastarei mais energia com quem não merece. Vivamos!

OBS ______________________ Texto de Marcelo Camargo (Graduado em Letras e Mestre em “História, Filosofia e Educação” pela Unicamp/SP, atua como Supervisor de Ensino e como Professor Universitário e de Educação Básica. É apaixonado por leituras, filmes, músicas, chocolate e pela família.)

 
 
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