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Arquivo mensal: maio 2013

Com o coração em paz!


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Assumo que encontrei o caminho certo para me sentir bem comigo mesma.

A filosofia oriental sempre exerceu um certo fascínio sobre mim.

Já li muita coisa sobre o Budismo, concordo com muitas coisas ( discordo de algumas).

Já li muita coisa sobre o Protestantismo, concordo com algumas coisas ( discordo de muitas).

Já li muita coisa sobre o Catolicismo, concordo com muitas coisas ( discordo de algumas).

Já li muita coisa sobre o Kardecismo (espiritismo), concordo com quase tudo que li ( tem ai uns 10% do que já li que não me permite afirmar ser espírita praticante e convicta).

Já li muita coisa sobre a Umbanda, concordo com algumas coisas ( discordo de muitas).

Já li muita coisa sobre a Fé-Bahai concordo com muitas coisas ( discordo de algumas).

Já li muita coisa sobre a Igreja Messiânica concordo com muitas coisas ( discordo de algumas).

Entendo a RELIGIÃO como um elo, uma RE-LIGAÇÃO do homem com o seu criador.

O meu problema é que nunca me senti desligada dele.

Acho que por isso sempre tive dificuldade de assumir ser de uma determinada religião.

Fazendo uma RE-LEITURA de todas as minhas leituras anteriores, buscando encontrar o caminho entre o meu ponto de partida e ponto de chegada, encontrei a SEICHO-NO-IE.

A SEICHO-NO-IEpode ser considerada uma filosofia de vida e também uma religião, não há rigidez de conceito neste sentido. Ela tem como objetivo despertar no coração das pessoas a verdade de que todos são filhos de Deus e fazer com que, através de atos, palavras e pensamentos, tornemos este mundo um mundo melhor. É um ensinamento de amor que prega que o ser humano é filho de Deus, que o mundo da matéria é projeção da mente e, também, nos revela qual é a nossa verdadeira natureza. É uma filosofia que transcende o sectarismo religioso, pois acredita que todas as religiões são luzes de salvação que emanam de um único Deus.” ( retirado do site www.sni.org.br )

Tudo o que eu precisava, tudo o que eu buscava para vivenciar a minha crença sem fanatismo, sem amarras, sem obrigações, sem ostentação.

Muito obrigada.

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Publicado por em 30 de maio de 2013 em MEUS ESCRITOS

 

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Carta Aberta ao Criador!


Um daqueles momentos que só o Criador pode nos dar a resposta.

 
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Publicado por em 27 de maio de 2013 em MEUS ESCRITOS, MEUS VIDEOS

 

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Palavras ferinas…


Não e rancor, é cicatriz!

 
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Publicado por em 26 de maio de 2013 em MEUS VIDEOS

 

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A IMAGEM DO TEMPO


O tempo passa....

O tempo passa….

Ele passou por mim ou eu passei por ele?
Foi tão rápido que nem me dei conta.
Aqui por dentro a euforia, a sensação irreverente e inconsequente da juventude que insiste em se mostrar presente no olhar e nas atitudes, não me permitiam ver nem sentir que “ele” estava passando… e passando…e passando…

São incontáveis os momentos em que me vejo diante de mim, com as amigas adolescentes, com os amores de juventude, com a maternidade surgindo e se firmando em atos e atitudes, a profissão tomando prumo e se fazendo como norteadora, a paixão pela música, os rostos, os aplausos, as folhas em branco de livros e livros sendo escritas à medida em que o olhar percorria uma linha imaginária …
Tudo tão mágico e único.

Lembro meu filho, se mexendo pela primeira vez em meu ventre… Lembro o sono satisfeito de minha filha em meus braços após sugar meu nectar materno…
Tudo tão próximo…
Tudo tão ali, ao encontro de minhas lembranças tão recentes…
Meus filhos tão dependentes de mim…
Eu tão necessária pra eles.

Hoje tomei um baque. Um soco. Uma tacada!
Eles não dependem mais de mim. Eu é que dependo deles.
Aposentei e agreguei … estou tentando ser uma agregada!!!
Deprimente! Se sentir assim…

Coisa mais estúpida!
Quando penso que tenho direito à voz, eu a perdi…
Quando (finalmente) penso que tenho direito à vida própria, é a vida própria que chega e se anuncia como estando nos “finalmentes”.

Tudo agora tem outro parâmetro.
Um novo peso.
Uma nova medida.

Incompleta a frase: O TEMPO NÃO PERDOA…
Seria o certo ” O TEMPO NÃO PERDOA À TEMPO DE?”

 
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Publicado por em 22 de maio de 2013 em MEUS ESCRITOS

 

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Maioridade penal


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Em meus 42 anos de magistério vi, ouvi e vivenciei muita coisa. Muitas situações com as quais me senti impotente, revoltada, angustiada…

Vi o Estado tirando a autoridade dos pais e dando-as aos filhos; vi o Sistema Judiciário preparando a mamadeira de jovens de 17 anos 11 meses e 29 dias; vi a escola absorvendo para si a responsabilidade que pertenciam ao Estado e à família. E pasmei!

Lembro minha avó que em sua sabedoria dizia: “Criança que sabe fazer criança, não é mais criança”.

Hoje o país discute a maioridade penal. Eu entendo que a terminologia esta empregada de forma equivocada. Não é maioridade penal e sim MINORIDADE PENAL.

Se os tempos são outros, então devemos tratá-lo conforme ele o é. Hoje o jovem pode escolher no voto quem decide o destino de sua cidade, de seu estado de seu país. Mas não pode ser responsável pelos seus atos. Não seria uma incoerência? Um “pleonasmo antiteizado” da legislação brasileira? Ou transformar o jovem de 16 anos em eleitor foi só um jogo político para alcançar maior numero de votos?

Três anos de detenção independente da gravidade do crime cometido é fazer justiça? Justifica dizer que o sistema carcerário brasileiro é uma “fábrica de marginais” e o menor delinqüente se fosse para lá encaminhado estaria sujeito a cursar essa “faculdade criminal”?

Não sei. Tenho pra mim que os menores infratores realmente não devem se misturar com os “gabaritados no mundo do crime”, mas e quando eles mesmos o são? Hoje aprendemos mais com os jovens do que a eles ensinamos. A inocência está para as “crianças que ainda não sabem fazer criança”.

A pedagogia comprova que só existe aprendizagem quando existe experiência, até por isso as escolas e universidades adotam a “tarefa de casa”, os “exercícios complementares”, os “estágios” como condição de diplomação. Sabemos que só se aprende aquilo que se quer aprender. Então a decisão de se tornar um marginal qualificado esta mais na mão do jovem do que nas mãos do sistema judiciário.

Entendo que se opções de futuro (escolha de profissão), opções de voto (eleições políticas), opções de vida (marginalidade ou cidadania) estão no cabedal de direitos do jovem 16 anos, então nada mais correto do que instaurar a MINORIDADE PENAL.

JOVENS MENORES DE 16 ANOS NÃO SÃO RESPONSAVEIS  PELOS SEUS ATOS PERANTE A LEI.

 
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Publicado por em 14 de maio de 2013 em MEUS ESCRITOS

 

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OUTONIZAR


Poema em homenagem a um músico maravilhoso.
Daniel Vilas Boas

 
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Publicado por em 7 de maio de 2013 em MEUS ESCRITOS, MEUS VIDEOS

 
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Um Piano de Saudades


Uma saudade dolorida de sentir…
Uma constatação que acalma..
Meu filho tem o piano na alma.

 
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Publicado por em 6 de maio de 2013 em MEUS ESCRITOS, MEUS VIDEOS

 

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