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Arquivo mensal: março 2014

Carta de jovem lança questões contundentes sobre desarmamento


Muito interessante…
Nos leva a refletirmos sobre o assunto

Estadofobia

A carta abaixo foi escrita por uma jovem norte-americana de 11, questionando a existência das “zonas livres de armas”, áreas delimitadas por lei ou por determinação de quem as controla (uma loja, por exemplo), onde os cidadãos que tem porte de arma não podem entrar ou não podem entrar com suas armas, o que na prática é a mesma coisa. A carta escaneada termina pouco antes de sua assinatura, omitindo seu nome para sua proteção.

carta


“Porque zonas livres de armas violam meu direito de proteção”

“Quando eu tinha seis anos de idade e morava com minha mãe biológica minha saúde foi negligenciada, eu não tinha educação, pesava apenas 18 kg e levei uma surra com um caule de roseira. Eu dormia no porta-malas de uma van e passava fome. Não tinha sequer uma muda de roupa. Você já apanhou com um caule de roseira até sua perna sangrar, sem…

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Publicado por em 26 de março de 2014 em TEXTOS QUE EU GOSTARIA TER ESCRITO

 

Vamos falar mais sobre ÉTICA: Faça o que eu digo! Não faça o que eu faço!


Sem título

Hoje logo cedo recebi o telefonema de uma ex-aluna muito querida que queria conversar comigo sobre uma aula que dei no curso de magistério quando ainda trabalhava na Escola Estadual Leme do Prado em Ladário.

Devo confessar que fiquei surpresa com e telefonema e principalmente com o tema da conversa que ela queria ter comigo,. E mais, confesso: lisonjeada Isso mesmo:lisonjeada! Incrível como marcamos vida de nossos alunos e nem sempre nos apercebemos disso.

O tema era ÉTICA. Minha ex-aluna e hoje querida amiga, sofre com a “falta-de-ética” no trabalho onde ela desenvolve suas habilidades profissionais.  Disse-me ela que gostaria de “subsídios” para “provocar um debate sobre o tema” quando estivessem reunidos …

Admito que no início achei bizarro mas… mas… mas… como de certa forma é um tema deveras interessante, montei para ela um “resumo consultivo” que vai de certa forma ajuda-la no debate que ela pretende provocar.

Ao reler minhas anotações percebi que algumas delas merecem uma reflexão mais profunda.

  • Vamos lá: Comecei com um conceito básico: Ser ético não é uma habilidade a ser alcançada ou que se aprende, mas sim uma característica individual que deve ser encontrada e lapidada dia-a-dia.
  • Para ser ético, é preciso que seja íntegro. Ser íntegro e integral é respeitar-se como ser humano para não viver situações incompletas. É procurar seu direito com legitimidade. É assumir as responsabilidades de seus atos. É não colocar “adereços” nas situações, fatos, que ele mesmo propaga… Resumindo. A pessoa íntegra não inventa quando comenta.
  • Para ler ético é preciso saber trabalhar em equipe. Trabalhar em equipe é eliminar a prepotência e a hierarquização exacerbada do ambiente de trabalho. A equipe deve ser um grupo de pessoas com uma relação de ganha-ganha, onde ensinar e aprender fazem parte de um mesmo processo contínuo, cujo objetivo comum é construir relacionamentos íntegros, em que os benefícios sejam compartilhados. Resumindo, trabalhar em equipe não é “ditar regras” muito menos trazer pra si o mérito das conquistas, trabalhar em equipe é conjugar os verbos na primeira pessoa sim, mas na primeira pessoa do plural. Esquecer o EU, EU, EU e adotar o NÓS.
  • Para ser ético é preciso ter consciência do produto e/ou serviço que  se está trabalhando, e se não o tiver, ser humilde ao se colocar em situação de aprendizagem.Um profissional ético não pode ensinar o que ele não aplica na sua vida, muito menos aceita responsabilidades para o qual não está preparado.
  • Um profissional ético, não pode se aventurar em comentários (principalmente no seu ambiente de trabalho) no julgo de outros profissionais, ainda que o/a colega esteja errando. Não se sai batendo no peito e gritando suas certezas… O profissional ético conversa com o colega ANTES de levar ao conhecimento dos superiores. Ele tenta entender primeiro o que aconteceu.

Não é fácil ser um profissional ético, somos humanos e por isso passiveis de erros…  Mas numa coisa podemos acertar, e que nos ajudará a sermos éticos: nunca devemos exigir do outro um comportamento que nós mesmo não temos.

 

 
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Publicado por em 25 de março de 2014 em MEUS ESCRITOS

 

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Vídeo

PRELÚDIO PARA CECÍLIA


Umas das coisas que me emociona ver são as manifestações do amor.

É comum vermos o amor carnal, o amor maternal, o amor fraternal se manifestando numa rede social.

O amor paternal é mais comedido.

Graças a Deus, exitem os pais sensíveis que se manifestam e nos emocionam.

Esse video-poema foi feito num desses momentos de emoção.

 

 
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Publicado por em 23 de março de 2014 em MEUS VIDEOS

 

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O PODER DA INVEJA.


cobra e vagalume

Estou literalmente boquiaberta com o “poder” da inveja. Com o alcance dessa “mancha na alma” que certas pessoas tem. O que são capazes de fazer movidas por esse sentimento negativo, mesquinho e potencialmente destrutivo.

Procurei buscar explicações sobre a inveja e principalmente saídas… atitudes que é preciso ter para anular um dos 7 pecados capitais.

Descobri que para anular a INVEJA só praticando a CARIDADE e lembrei-me que o próprio REI DOS REIS orientou-nos de que FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO. Então supõe-se que alimentando esse sentimento tão mesquinho não terá salvação ( ainda que se intitule como “povo-de-deus”).

Especialmente neste final de semana ( 21/22/23 de março de 2014), lembrei-me da fábula da serpente e do vagalume que diz o seguinte:

Conta a lenda que uma vez uma serpente começou a perseguir um vagalume.  Este fugia rápido, com medo da feroz predadora e a serpente nem pensava em desistir.

Fugiu um dia e ela não desistia, dois dias e nada…
No terceiro dia, já sem forças o vagalume parou e disse a cobra:

. . – Posso lhe fazer três perguntas?
. . – Não costumo abrir esse precedente para ninguem, mas já que vou te devorar mesmo, pode perguntar…
. . – Pertenço a sua cadeia alimentar ?
. . – Não.
. . – Eu te fiz algum mal?
. . – Não.
. . – Então, por que você quer acabar comigo?
. . – Porque não suporto ver você brilhar…

   A atitude da serpente ilustra a fábula e justifica quando dizemos que existem determinados lugares que são verdadeiros covis…Isso me faz lembrar uma amiga muito querida cuja irmã trabalhava numa “empresa/covil’. Relatava minha amiga que naquele local mais se sondava o que o outro fazia do que se trabalhava realmente ( fazendo assim jus ao salário recebido).

  Na época não tínhamos o FACEBOOK como rede social mais comum. O “booom” era o ORKUT e tudo o que a irmã dela postava, seu chefe (um leigo nos assuntos da empresa mas que ocupava a direção da mesma por uma questão de “herança familiar”) acabava tomando conhecimento. Se não era por ele mesmo que ao invés de trabalhar ficava “sondando” as postagens de seus subordinados era pelos seus agregados (especialmente dois outros que ai também “orkuteavam” os salários que recebiam).

   Enquanto a empresa precisava urgentemente de inovações, de gente querendo trabalhar, o TRIO CALAFRIO (como eram conhecidas essas pessoas) se reuniam e perdiam tempo precioso” maquiavelando” planos de  para tentar de todas as formas manchar e distorcer as atitudes da irmã dessa amiga minha.

   O fato dela ser sorridente, incomodava? O fato de ter amigos, provocava? O fato de ser profissional competente, ofendia? O fato de ser confiável, ameaçava? O fato de ser “vagalume” oprimia?

   A inveja é um sentimento que uma vez desperto no coração de alguem se não se toma cuidado com ela, acaba se alojando na alma; e se a alma dá ânimo e vida ao corpo, o perigo esta em ela acabar se fixando como personalidade do ser. É quando a coisa fica triste e desperta a piedade ou repulsa.

   Quando a inveja se instala, não adianta pegar o “o livro santo” todos os dias, se ao ler a PALAVRA não se incorporar em suas ações o que o REI DOS REIS nos disse.

   Quando a inveja se instala, não adianta se intitular “povo-de-deus” se ao proceder como “filho-pródigo” ser mais um ímpio, mais um fariseu.

   Quando a inveja se instala, não adianta questionar o “porquê” de tantas provações na vida…

   Não vou dizer que nunca senti inveja, Sim eu já senti. Muitas vezes! Mas sempre coloquei a CARIDADE em pauta para anular a INVEJA.

   Agora por exemplo eu estava sentindo INVEJA de quem pode “dar-nome-aos-bois”, de quem pode esperar o momento certo de “abrir-o-jogo” e tem o sangue frio de aguardar em silencio… Sim… eu invejo essas pessoas sim.

   Mas chamo a CARIDADE imediatamente. E ela me mostra que escrevendo de forma sutil, eu posso pratica-la. Que praticando-a dessa forma eu posso alertar as pessoas de que estão no caminho errado… Então eu escrevo… Então eu pratico e me livro desse pecado capital.

( texto de Marluci Brasil).

 
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Publicado por em 23 de março de 2014 em MEUS ESCRITOS

 

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Obrigada Campo Grande!


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Estou naquela fase de namoro, eu sei… Estou literalmente namorando a Cidade Morena.  Mas não tem como não namorar…  Ontem saí de casa pra fazer várias coisas.

1-      Farmácia: Mal Estacionei e um rapaz (novinho ainda) com o uniforme que identificava o comercio de medicamentos aproximou-se para abrir a porta de meu carro. Assim que viu que eu pegava minhas muletas para sair, veio outra mocinha.

__ A senhora precisa de ajuda?

E de repente eu tinha dois jovens, bonitos e educados ao meu lado segurando-me pelos braços e levando-me para dentro do recinto.  Outra moça providenciava uma cadeira para eu me sentar e outra já me perguntava se eu queria uma água… Olhei para o local, a farmácia não estava vazia. Tinha bem uns dez ou mais clientes sendo atendidos… Fiquei pensando… pensando…pensando… E fiz o meu pedido.

2-      Supermercado: Mal estacionei e veio um segurança me trazendo uma cadeira de rodas MOTORIZADA… (meu queixo quase caiu)

__ A senhora não precisa ficar no carro, esta muito quente… (eu pensei: puts, eu to com frio… RS).

Entrei no supermercado com a cadeira de rodas, experimentei o sabor de novamente ter “gás” para consultar preços, escolher mercadorias sem sentir dores… Oooooooooo coisa boa!!!!! Enchi o carrinho. Pensei, “vai dar uns oitocentos paus”… Vou ter que parcelar no cartão, mas também já comprei pra dois meses…

Veio uma mocinha:

__ Senhora, o seu caixa é aquele __ e me apontou uma caixa operada por uma mocinha sorridente. Notei, alem do sorriso da moça que o balcão do caixa para onde fui direcionada era mais baixo que os outros caixas. Apropriado para cadeirantes… Fiquei feliz com a acessibilidade, o respeito…

Quando finalizei a compra, peguei o cartão de crédito. (dois carrinhos lotados)… __ “vai ser mil” pensei… Paaaaaaaaaaasma!!!!! R$385,00 sim. Trezentos e oitenta e cinco reais. Não precisei parcelar.

3-      __ O que vamos jantar hoje Minha filha?

__ Não sei..

__ Vamos experimentar a pizza daqui?

Liguei para a Pizzaria…. Estou acostumada a pagar R$33,00 (dois sabores __ portuguesa e calabresa)

Paaaasma !!! R$ 18,00 ( sim… dezoito reais, e com borda recheada)

4-      Vamos comprar verduras…

__ Mãe eu quero alface americana.

__ Justo a mais cara , minha filha?

__ To bom… Compra a outra…

O comercio de verduras e frutas do bairro União, próximo à minha casa estava cheio…

Fui pegando e colocando no carrinho… Tomates, cebola, bata-doce, alho, cebolinha, frutas, berinjela, abobrinha verde, mandioca, ovos, rúcula, alface… Pera ai.. Vou fazer o gosto de minha filha, vou levar a alface americana… “ hiiiiiiiii será que o dinheiro vai dar? Eu trouxe só cinquenta reais” …

Hã?!!!!!! R$ 15,00 ( sim… quinze reais) Olho pra moça… Arrisco:

__Quanta esta a alface Americana?

__ R$ 0, 50 …. Hãããããã?????

E a mocinha preocupada: __ Por que senhora? Quer trocar? Eu peço pra pegar uma melhor pra senhora…

 
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Publicado por em 3 de março de 2014 em MEUS ESCRITOS

 

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