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Arquivo mensal: janeiro 2015

Coisa que não se perde


Esse é um dos textos que assino embaixo .
Vai para a minha galeria de TEXTOS QUE EU GOSTARIA DE TER ESCRITO.

Curta Crônicas

Por Yohana Sanfer

Ombro que ampara. Sorriso que se doa. Colo que conforta. Palavra que se tem.

Amizade. Tem coisa mais bonita?

Amizade pra dividir assunto, segredo, vida. Amizade que começa na infância, amizade que atravessa décadas, amizade colorida.

Tenho amigos que fiz na escola, na faculdade, no endereço antigo. Amigos que conheci através de cartas, amigos da internet.  Já confundi interesse com admiração. Já confundi amigo verdadeiro com amigo da onça. Já dei créditos demais a quem nem figuração merecia. Já quebrei muito a cara por confiar fácil e muito. E por abrir as portas de casa e do coração a quem quisesse entrar.

Mas o tempo, esse imprevisível senhor, descortina, ensina, explica e corrige tudo, ainda bem.

Hoje não. Hoje a reciprocidade é meu parâmetro. Hoje o cuidado, muito mais que o sorriso aberto – fácil e gratuito – é meu critério. Hoje preciso ser conquistada.

Aos meus…

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Publicado por em 30 de janeiro de 2015 em TEXTOS QUE EU GOSTARIA TER ESCRITO

 

Ódio entre irmãos


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Hoje tomei conhecimento de uma atrocidade. Arrepiei… Senti náuseas… Meu coração ficou apertado…

Pensei na alma boa que ficou e na alma boa que já partiu e me perguntei: Como será que está o coração dela? Como será que está o espirito dele? Imediatamente coloquei-me  em oração…

Sempre tive a doutrina espírita como minha FONTE DE VER O MUNDO E AS RELAÇÕES QUE EXISTEM NELE.  E ao saber que um irmão espancou a irmã na frente da mãe que por ser idosa não teve opção a não ser enfrentar a fúria do filho e acabou se machucando também; ao saber disso chorei… Chorei de verdade…

Fiquei imaginando a cena. Ela sendo agredida a socos no rosto, nariz quebrado, hematomas pelo corpo, tentando se defender como podia da agressão da força desproporcional… A mãe com o equilíbrio do corpo comprometido pelo peso da idade avançada se metendo no meio dos murros e dos empurrões , clamando por paz … Ele no auge de sua força física se impondo…

Meu Deus!!!! Pensei!!! Meu Deus!!!! ESSA FAMILIA ESTÁ SOB A FALANGE DO MAL. Como entender isso, se é uma família que só fez o bem… a vida inteira…O que aconteceu?

Lembrei de um artigo que li e que agora transcrevo aqui:
Inimizade entre irmãos, ódios em família ( texto de Adenáuer Novaes)
Júlio e Márcio têm um ano de diferença na idade. Parecem-se fisicamente muito embora o primeiro se assemelhe às feições maternas e o segundo, às paternas. Em temperamento ocorre o inverso. Júlio ‘puxou’ ao pai, impulsivo e dado a afetividade exagerada. O segundo, à mãe, mais calmo e comedido nas manifestações afetivas.
Desde quando eram crianças, notava-se a dificuldade entre eles de se relacionar. Havia uma certa inveja ou desejo de um mostrar ao outro os erros alheios. Vez por outra se via um corrigindo o comportamento do outro frente a terceiros. Muitas vezes chegavam às vias de fato, se engalfinhando por tolices. Já adultos não se tocavam e embora não se falassem, não mais havia um clima para agressão física.
Tudo começou quando o mais novo passou a se incomodar com os privilégios que o mais velho tinha. No aniversário de cinco anos do irmão, ele fez de tudo para bagunçar a festa a ponto de ser retirado para não tocar fogo nos enfeites cuidadosamente feitos pela mãe. Todos notavam a inveja dele pelo irmão. Mas, por sua vez, o mais velho também fez o mesmo na festa do ano seguinte quando o irmão fez cinco anos. Conseguiu derrubar algumas bandejas de doces e desagradar a todos que também notaram o ciúme dele por não ser o centro das atenções.
Na adolescência passaram vários meses sem se falar e quando o faziam, brigavam. Disputavam a atenção dos demais familiares. Queriam mostrar que um era melhor que o outro. Quando brigavam, queriam a razão de seu lado.
Buscaram profissões diferentes. Um se tornou dentista e o outro administrador e funcionário público. Continuaram sem se falar para desgosto dos pais. Casaram e um não compareceu à cerimônia do outro. Serão inimigos enquanto o orgulho falar mais alto. São iguais.
É típico no ser humano os mecanismos de defesa usados inconscientemente pelo ego para que sua sombra não apareça. Na maioria dos casos o indivíduo não o faz por dolo, pois encontra motivos lógicos para enxergar no outro aquilo que não está ainda completamente resolvido em si. Vê razões de sobra para o que projeta, pois o outro lhe apresenta motivos reais e que são percebidos pelas pessoas com quem convive.
A projeção ocorre graças à não percepção da própria sombra e à existência, nos casos mais intensos e complexos, de antigos ódios não resolvidos entre as pessoas envolvidas.
O orgulho, irmão do desejo de poder do ego, responde pela ausência da renúncia e da humildade, tão necessárias nas relações humanas.
Sentimentos aversivos de uma pessoa a outra podem ser efetivamente trabalhados e direcionados para o desejo do encontro com o outro, quando se abre a mente e o coração ao amor.
A intensa emoção do ódio, latente no inconsciente e agora presente na consciência, consegue contaminá-la dominando-lhe o foco de atenção, a ponto de direcionar as ações do ego, colocando-o a serviço da vingança. O ódio, como a maioria dos sentimentos intensos, consegue contaminar a consciência, a qual é movida pela atenção promovida pelo ego. O perdão atuará sobre a consciência para que a contaminação se desfaça devolvendo o equilíbrio necessário.
Com o perdão na consciência haverá, por inverso, o atingimento do núcleo do passado no qual se encontram as experiências que lhe deram origem.
As brigas entre irmãos são naturais. Afinal, luta-se por espaço, pelo domínio do ambiente e do controle das situações, resquícios da experiência animal presente no ser humano.
Há limites para os pais permitirem que a situação perdure.
O trabalho de conciliação deve ser constante, principalmente durante a infância e a adolescência. Na maioria dos casos são inimigos de tempos remotos que reencarnam como irmãos consangüíneos a fim de que juntos aprendam a lei de Amor.
Em geral o orgulho e a rigidez mental impedem que se reconciliem. Só a educação e o contato familiar poderão alterar a situação. Os pais devem estar atentos para promover o necessário respeito de um pelo outro para que a contenda não perdure por mais outra encarnação.
Deve-se evitar deixar de dar razão a qualquer um deles quando a situação assim se justificar, pois, sob pretexto de ficar neutro pode-se ser injusto. Mesmo sendo dada a razão a quem a tenha, deve-se, posteriormente, conversar com quem ocupou aquele lugar sobre a necessidade de evitar a contenda, tendo em vista que o outro irá nutrir o natural sentimento de vingança. Àquele que não tinha razão, deve-se expor o motivo pelo qual ele se equivocou e como poderá proceder quando algo semelhante ocorrer. É imprescindível que sempre haja o diálogo de mediação para que os direitos sejam respeitados.
É também importante lembrar que, quando a causa geradora da inimizade vem de vidas passadas, no inconsciente de cada um deles estará a contenda anterior, a qual, naquele que se sentiu injustiçado, gerará a postura de quem deseja alguma desforra ou compensação. Isso poderá ser observado quando a razão costuma estar, muitas vezes, do lado de um deles, o qual, via de regra, não foi o injustiçado do passado.
A preferência inconsciente dos pais por este ou aquele filho decorre dos laços que unem os espíritos entre si alicerçados pelas afinidades estabelecidas em vidas passadas. Essa preferência se mostra quando inconscientemente um dos filhos é escolhido para as manifestações de alegria, para as conversas mais prolongadas, para o olhar nos olhos, para os elogios, para os presentes mais significativos, para a ausência de críticas, a citação de exemplos, etc.
Mesmo que a escolha por um dos filhos não seja explícita não é possível esconder sentimentos. Aquele que for preterido sentirá através das vibrações emitidas por quem o discrimine.
Essa discriminação, explícita ou não, poderá, e geralmente o faz, levar aquele que foi inferiorizado a manifestações de hostilidade ao que foi escolhido. Entre eles haverá essa diferença, que poderá promover animosidades. A inveja e a competição se instalarão.
É comum que se diga e pense que os pais vêem os filhos de idêntica maneira e que gostem deles igualmente. O amor ou o ódio, como qualquer outro sentimento, que se sente por alguém, não se modifica apenas por uma ordem racional. Sentimentos são construídos com base em experiências relacionais e nem sempre obedecem a razão, salvo quando esta se submete a transformações profundas.
Espíritos renascem como irmãos para solidificarem o sentimento de fraternidade e ampliarem seus esforços comuns em favor do grupo do qual fazem parte. Também para aprenderem a dividir a cooperar e a reconhecer a igualdade de direitos e deveres.
Os pais devem entender que os filhos, ao apresentarem diferenças intelectuais, devem merecer idêntica atenção e carinho. Aquele que apresente condições intelectuais inferiores deve ter outras habilidades igualmente importantes que devem ser valorizadas.
As preferências são conseqüências das relações anteriores entre os espíntos, porém deve-se prevenir para que elas não se repitam de forma estereotipada e inadequada à evolução do ser humano.
Não é raro encontrar em família pessoas que não se toleram e cultivam ódios duradouros. A maioria não consegue conviver no mesmo teto distanciando-se sempre que possível a fim de evitar o contato.
Em alguns casos o grau de parentesco com a pessoa não é consangüíneo, lsto é, muitos decorrem de um consórcio que vincula uma a outra, o que dificulta a proximidade para que a harmonia se estabeleça. E comum encontrar inimizades entre cunhados ou entre enteados e madrastas ou padrastos, o que torna a situação ainda mais complexa.
Na maioria dos casos se observa que o orgulho está presente, visto que nenhuma das partes toma a iniciativa para reatar a relação. Cada um tem suas razões ou motivos para acreditar que cabe ao outro o dever de pedir desculpas e re-equilibrar a situação. Os envolvidos procuram justificar-se perante os outros atraindo para Sl uma parte da família, enquanto a outra toma partido oposto. A divisão se instala sem que as pessoas envolvidas percebam.
Às vezes, o fato gerador do sentimento aversivo por outra pessoa se situa na atual encarnação, tornando a situação mais simples de ser resolvida, visto que se consegue identificar as responsabilidades dos envolvidos. Quando o sentimento vem de outras vidas, isto é, o fato gerador não ocorre na atual ou, se ocorre, é insignificante, a probabilidade de resolver a situação é menor.
Briga-se por causa de objetos insignificantes, por sentimentos não resolvidos, por palavras mal colocadas, por agressões voluntárias ou não, pela disputa de poder, dentre outros. Em todos os casos alguém não tem razão ou ambos. Quando um dos dois tem razão, o outro, se quiser, pode mudar a situação renunciando ao seu direito de conquistar seu opositor. Nem sempre a renúncia é possível visto que, às vezes, os bens e valores envolvidos são muito caros a ambos. Quando a renúncia está presente, ambos ganham.
Os ódios em família decorrem também da própria natureza humana na qual se insere o desejo de superação da inferioridade através do predomínio sobre o outro. Porém, esse ódio é fomentado pelas ocorrências aversivas do espírito em vidas passadas. O desejo de vingança, a necessidade de fazer justiça por conta própria, a raiva acumulada, dentre outros, são fatores que fomentam as aversões em família.
É importante que os pais fiquem atentos a fim de passar aos filhos a existência de uma justiça maior que a todos vê e age com amorosidade no momento adequado. Devem os pais ensinar a lisura nas relações e a honestidade em tudo que se faça, pois a ausência delas costuma provocar o ressurgimento de velhas desavenças que já poderiam ter sido eliminadas.
“Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus.” (Mateus, 5:9)
A paz é o bem mais precioso do ser humano. Quando estamos em paz o mundo nos parece mais harmônico. Uma pessoa em paz tem o dom de promovê-la e de tornar-se excelente mediador de conflitos.
A afirmação do Cristo deve nos levar a entender que os que se colocam no lugar de promover a paz receberão a honra de serem chamados de filhos de Deus, isto é, procedem como ele. Quando alguém é chamado de ‘filho de’ é porque tem as características daquela pessoa, ou seja, é da mesma família.
A paz interior é fundamental para sermos pacificadores e para evitarmos as contendas que porventura venhamos a ter com alguém. Nenhum de nós sabe exatamente sobre o seu passado para afirmar categoricamente que não tenha tido inimigos. Eles costumam aparecer na encarnação quando menos esperamos, portanto devemos estar preparados com a paz a fim de quebrarmos o padrão repetitivo de litígio.
É típico das inimizades entre irmãos a disputa de poder pela atenção das pessoas, pelos sentimentos de alguém ou pelos bens materiais. Em qualquer dos casos é imprescindível educar o espírito para a renúncia e o desapego. Isso se consegue toda vez que se doa amor àquele que reivindica o que não lhe é devido .

 

 

 

 

 
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Publicado por em 29 de janeiro de 2015 em MEUS ESCRITOS, PÉROLAS DA INTERNET

 

Eu me respeito.


Eu me respeito… E por eu me respeitar aprendi a querer do meu lado somente o que me faz bem, o que não me suga, o que não me fere, o que não me cansa e o que não me desequilibra.

Aprendi também que o “não” e o “sim” faz parte do meu vocabulário e das minhas decisões, e usá-los vez em quando em tempos devidos faz bem demais para o coração.

As vezes por medo de rejeição ou críticas de alguns deixamos de ser quem somos pra sermos o que o outro quer, nos abandonamos pra dar abrigo ao ego alheio e isto não nos traz benefício algum a não ser frustrações e sofrimentos.

Não adianta você querer agradar a todos , te afirmo que nunca vai conseguir, e este é o erro que muitos cometem , o de querer ser quem não é o tempo todo.

Não faço rodeios quando o negócio é falar o que penso, e quem me conhece sabe bem disto, quem convive comigo sabe bem , que o que não me agrada não recebe meu sorriso.

Cansei de criar relações insustentáveis, cheias de não me toques, cheias de superficialidades, cheias de falsidades.

Cansei de sorrisinhos maliciosos ou tapinhas nas costas.

E te aconselho, quando a coisa aperta , sufoca e faz doer seu coração , sai fora.

Se livre daqueles que só te procuram por interesse, dê um basta neste namoro que as desculpas são mais proferidas do que um “eu te amo” , sai fora de pessoas incovenientes, que não te permitem respirar, que não respeita seu espaço , que não respeita seu direito de ir e vir, que não te dá tempo pra ser quem você é.

Alguns vão dizer que isto é orgulho, mas eu cá sempre digo que o que me faz bem , o que me edifica, o que beneficia a minha vida , e deixa minha alma em paz e tranquila eu chamo de amor próprio.

Há decisões precisas na vida da gente, para que algo novo floresça , e desapegos na maioria das vezes são necessários. Alivia(dor).

( texto de Cecília Sfalsin)amei

 

Parabéns meu querido amigo!


Sem título

HOJE É O ANIVERSÁRIO DE UMA PESSOA MUITO IMPORTANTE NA MINHA VIDA.

Um ser humano maravilhoso, que me ensinou muito. Especialmente porque me ensinou a transformar antipatia em simpatia, indiferença em fraternidade, desamor em amor e me fez fazer uma releitura do que seja uma amizade sincera, profunda, inquestionável, incontestável, coesa e inabalável.

Ruiter (no meio de um momento turbulento em minha vida) surgiu do nada… Caiu de paraquedas… Quando eu estendia a mão buscando o apoio de outras mãos… Quando meus dedos tentavam se ancorar em outros dedos para juntar as palmas e unir as forças… Ruiter surgiu me abraçando por trás… me erguendo pelas axilas, sustentando meu peso sob meus joelhos doloridos, secando o suor em minha fronte, colocando água em minha boca sedenta, e sem me pedir absolutamente nada em troca olhou nos meus olhos de uma maneira profunda, me sorriu e PENSOU… apenas PENSOU: “EU ESTOU AQUI”. E desde então nunca mais saiu dali.

Onde quer que eu estivesse passando o que eu estivesse passando… bastava uma linha, um telefonema e eu sabia que poderia encontrar um parecer amigo, um abraço, um olhar, um sorriso, um conforto.

A forma como Ruiter me respeita, a forma como ele me quer bem e como ele se pauta comportalmente me ensina a perdoar, me ensina a filtrar, me ensina a pensar que se um dia eu puder reencarnar… quero tê-lo em meu seio familiar.

Parabéns, meu lindo, meu querido, meu amado amigo!

Eu agradeço TODOS OS DIAS por ter RECONHECIDO você ainda nesta encarnação.

Eu agradeço TODOS OS DIAS, pela vida de sua família, pelos seus amigos, pela sua saúde, pelo seu sorriso. Nunca vou me cansar de lhe dizer que você pode contar comigo nesta e mas próximas “trocentas” reencarnações. Eu vou estar incansavelmente ao seu lado, te abraçando por trás, te levantando, enxugando o suor de sua testa, olhando nos teus olhos e pensando. EU ESTOU AQUI.

Amo você mais do que eu possa me manifestar. Amo você pela eternidade.

 
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Publicado por em 24 de janeiro de 2015 em MEUS ESCRITOS

 

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Lembranças e Saudades


É incrível o que o sofrimento faz conosco.

Entristece a alma e afina a voz.

Paralisa o tempo futuro e retoma o passado.

Geme a dor

Desagua o pranto.

Eu nunca vivi um amor que valesse a pena

Sorte a sua minha querida “cumadre” Tatiane, que viveu um amor tão lindo!

Desculpe-me se apropriei de sua voz e de suas lembranças para expressar aos amigos que devemos NÃO TER MEDO DE AMAR, se quisermos ter ALGO DE BOM PARA RELEMBRAR.

 

 
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Publicado por em 20 de janeiro de 2015 em MEUS ESCRITOS

 

Obrigada Lincoln Sama


Lincoln

       Há alguns anos venho desenvolvendo o hábito de finalizar o ano e de iniciar o ano elogiando alguém. Isso me faz bem e sei que faz bem também a quem eu, através de meu verbo, me refiro em meus agradecimentos.  Tudo começou quando eu entendi que a GRATIDÃO é uma ação que nos propicia um bem estar incrivelmente bom. Se gastássemos um momento todo dia pensando em alguém para agradecer, veríamos que isso só tomaria alguns segundos para se completar.

     Todos os dias eu penso em alguém para agradecer (ainda que mentalmente) Para mim a gratidão e a paz interior caminham juntas.

     Eu tenho muitas pessoas em minha vida para agradecer: amigos, familiares, colegas de trabalho, qualquer pessoa que tenha demostrado por mim um gesto de carinho. E aqui nem estou me referindo a Deus, pelo presente da vida ou pela beleza da natureza.

    Deixo meu pensamento correr alienatoriamente e ele me mostra para quem devo dirigir minha prece matinal em agradecimento e mandando para aquela pessoa o meu pensamento mais positivo e libertador. Pode ser alguém que tenha me permitido a passagem no transito, o açougueiro que me recebeu com respeito e educação, o médico que me dedicou atenção e cuidou de minha saúde… O ponto importante é que se veio à minha mente é porque mereceu minha atenção e despertou em mim o sentido da gratidão. O interessante é que quando penso numa pessoa, imagens de outras tantas pessoas começam a surgir em minha frente numa sequência que me emociona, porque me dá a certeza de que sou abençoada por Deus por ter tanto e a tantas pessoas que agradecer.

   Hoje eu agradeci a um ex-aluno, hoje um amigo fiel e dedicado. Hoje agradeci a Lincoln Sama Sama. Agradeci pela atenção, pelo carinho, pelo respeito, pela cumplicidade, pela amizade, pelas lembranças boas que me trouxe, pela presença em meus dias.

   Lincoln, quando em sala de aula, não foi um aluno que me marcou… Mas eu devo ter sido uma professora que o marcou porque foi ele quem me lembrou que passou pela minha sala de aula. E eu até me desculpo pelo lapso… são tantos os alunos em 32 anos de magistério que a gente nem se lembra de todos…

   Lincoln adentrou em minha vida definitivamente pelas redes sociais. Um reencontro ou um encontro virtual nos aproximou e hoje eu não consigo pensar o dia sem que a imagem dele não me venha à memória.

    Em Campo Grande, Lincoln me leva para lugares onde tem música ao vivo, e me apresenta com um orgulho que eu mesma já não tinha de mim mesma. E quando estou cantando, olho pra ele e o vejo com uma satisfação no olhar e no sorriso captando a reação das pessoas que me assistem e me mostrando nos intervalos em suas observações cheias de entusiasmo que eu agradei a todos.

    Como não amar uma pessoa assim? Como não agradecer a ele pela injeção de ânimo, a devolução da autoestima baqueada pela indiferença sofrida nos últimos anos de minhas atuações artísticas?

    Quem é artista SABE o que a indiferença da nossa arte faz com o âmago de nossa alma! Lincoln me “chocalhou”, me instigou, me tirou do coma…

     E hoje pela manhã eu conversei com Deus:

    Senhor! Obrigada por ter me colocado o Lincoln novamente em meu caminho e que ele me perdoe se eu só o notei agora. Cuida dele Jesus. Faz dele seu pupilo predileto. Esteja ao lado dele. Protege-o. E passe initerruptamente a ele a certeza de que eu serei sempre agradecida! Obrigada Senhor! Obrigada Lincoln!

 
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Publicado por em 15 de janeiro de 2015 em MEUS ESCRITOS

 

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SEREIA OU BALEIA?


serbal

A academia Runner colocou um outdoor em São Paulo que dizia o seguinte:

Neste verão, o que você vai ser? Sereia ou Baleia?
Uma mulher enviou a eles a sua resposta e distribuiu o seguinte e-mail:

Ontem vi um outdoor com a foto de uma moça escultural de biquíni e a frase: Neste verão, o que você vai ser? Sereia ou Baleia?

Respondo:
Baleias estão sempre cercadas de amigos. Baleias tem vida sexual ativa, engravidam e tem filhotinhos lindos. Baleias amamentam. Baleias andam por ai cortando os mares e conhecendo lugares maravilhosos, como a Antártida e os recifes de corais da Polinésia. Baleias tem amigos golfinhos. Baleias comem camarão. Baleias cantam muito bem. Baleias são resolvidas, lindas e amadas. Sereias não existem! Se existissem viveriam em crise existencial. Sou um peixe ou um ser humano? Não tem filhos, pois matam os homens que se encantam com sua beleza. São lindas, mais triste e sempre solitárias… QUERIDA ACADEMIA, PREFIRO SER BALEIA.

A academia Runner retirou o outdoor no mesmo dia.

Muitas vezes o ser humano se importa tanto com o exterior de uma pessoa (criticando a gordura), a posse de bens materiais, e esquece que o mais importante é o interior.

Vamos valorizar mais o que somos e não o que os outros

 (DESCONHEÇO O AUTOR)

 
 
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