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PALAVRAS E ATITUDES


 

Aprendi com minha avó Lucinda que as palavras e as atitudes mostram o caráter das pessoas, mas que são as atitudes que escrevem nosso destino. Assim, fica fácil entender que somos responsáveis pela vida que temos.

Qual tem sido o erro do eleitor em todos os pleitos eleitorais? Acreditar nas palavras dos candidatos? Sim porque depois de eleitos as atitudes não condizem com as palavras que nos convenceram a dar-lhes o voto de confiança…

O que fazer então? O que é votar certo? Como não errar na hora de escolher? Na verdade, eleger alguém é dar um tiro no escuro.

Vovó me dizia que culpar os outros pelo que nos acontece é cultivar a ilusão.

A Pedagogia nos ensina que a aprendizagem é nossa e ninguém poderá fazê-la por nós, assim como nós não poderemos fazer pelos outros.  Olhando esses dois ensinamentos acredito que quanto mais depressa aprendermos isso, menos sofreremos.

O certo é que cada pensamento nosso, no qual colocamos crédito, provoca uma atitude; afinal nossas atitudes são frutos de nossas crenças. Agimos de acordo com elas.

Vovó me dizia: “Olha Marluci nossas atitudes são nossas e a lei do Retorno é de Deus. Nós podemos mudar nossas atitudes, mas a lei do retorno só Deus pode mudar e ele é tão perfeito que o que ele cria não precisa de mudança. Pensa que cada atitude que a gente tem provoca energia se movimentando em redor da gente e isso cria uma reação. Mais ou menos como quando cai chuva num lago de aguas calmas qualquer gota movimenta a água. Nossas atitudes são as aguas da chuva e as águas do lago representam a nossa vida. Toda atitude nossa tem, portanto, uma resposta da vida.”

Penso nas lições de minha avó e concluo que se mudarmos nossas atitudes elas podem apagar o efeito negativo nas ondas de nossas vidas. Se estamos enfrentando ondas gigantes, redemoinhos, são as atitudes negativas que temos diante da vida. E se não conseguimos mudar a vida, podemos mudar as nossas atitudes que estas por si só modificarão a vida apagando e substituindo as energias negativas que emitimos anteriormente. Por melhor que tenham sido as nossas intensões.

O certo, dizia vovó é que as palavras têm que ser condizentes com as atitudes, senão vira essa bagunça que está acontecendo aqui na capital

Se nossas palavras são filamentos sonoros revestidos de nossos sentimentos, a nossas atitudes são o resultado de expressões assimiladas e determinadas pelo nosso comportamento mental.

Acreditamos. Não somos culpados… Não é errado acreditar… É arriscado, mas errado não é.

Se acreditamos nas palavras dos eleitos e as atitudes deles nos mostram que fomos enganados…

Quando dizemos: Não vou reeleger ninguém! Temos que cumprir a nossa palavra e ter a atitude do NÃO!!!

 

 

 

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Publicado por em 13 de janeiro de 2018 em MEUS ESCRITOS

 

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Justiça em segredo


Meu avô materno sempre foi o “cérebro” de minha família.

Vovô Castro sabia que sabia das coisas e da vida e ele sabia que nós sabíamos que ele sabia… (gostei dessa frase…rs)

Uma vez numa conversa depois do jantar ele e tio Carlinhos continuaram à mesa a conversar.

Minha mãe e meus primos já estavam fora da copa, alguns na sala, outros na calçada. Eu podia ouvir a conversa deles, mas quando Vovô Castro ficava conversando com alguém eu sempre ficava por perto, ele percebia a minha presença, mas fingia não perceber. Ele sabia que eu iria ali ficar sorvendo suas frases, seu jeito de argumentar, sua forma de analisar as situações. Vovô Castro era um “Delta Larousse”…

Vovó Lucinda na cozinha, lavava as vasilhas do jantar…

_ O fato é que ele pediu para que eu fizesse a defesa para ele. Eu estudei o caso e escrevi a defesa. Mas o advogado é ele, eu sou tabelião _ Tio Carlinhos reclamava.

_ Não devia ter seguido esses passos que dei Carlinhos. Eu já lhe falei que esse foi um dos grandes erros que cometi em minha vida… (vovô ponderava)

… (Vovô errando? Isso soava mal aos meus ouvidos. Vovô sabia tudo! Vovô não errava)

_ E depois ele vem contar vantagem porque ganhou a ação, e ainda vem contar para mim, e fala da forma que ganhou, recita para mim trechos da defesa que EU ESCREVI PARA ELE e o faz como se fosse dele…

Tio Carlinhos estava indignado…

Arrisquei…

_Tio Por que você não conta para todo mundo que foi você que escreveu para ele ler no tribunal?

Os dois pararam, se entreolharam…

Vovô franziu o cenho…

__ Não se mete em conversa de adulto, Marluci. Vá brincar com seus primos.

Levantei envergonhada e me dirigi para sala …

__ Marluci

Ouvi a voz dela, parei imediatamente e virei-me ansiosa eu sabia que viria uma pérola …

__ Quando você quiser que o mundo saiba de alguma coisa, escolha a pessoa certa, conte para ela e peça segredo!

Tio Carlinhos olhou para minha avó e sorriu…

Levantou-se da mesa, passou ao meu lado com um sorriso largo nos lábios e piscou o olho para mim…

 

 
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Publicado por em 31 de dezembro de 2017 em MEUS ESCRITOS

 

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Uma pausa para refletir. Quem não precisa?


O ano de 2017 está nos deixando e nessa “partida” ele nos convida a refletir sobre o período que passamos na companhia dele e no que está por vir ( 2018 está ai, na batendo na porta e apitando a campainha ao mesmo tempo).

Este é o momento de repensar a própria vida e avaliar os pontos que desejamos mudar no ano que se inicia. Este processo de reflexão vai nos possibilitar uma reorganização de fazeres e pensares que nos permitirá desfrutar de maior equilíbrio nesta nova etapa que está por vir.

O certo é que quando se desejamos repensar a própria vida muitos fatores podem ser considerados, mas há três áreas de grande importância: VIDA AFETIVA, VIDA PROFISSIONAL e a RELAÇÃO CONSIGO MESMO. A análise da vida afetiva e familiar nos leva a considerar a qualidade das relações que estabelecemos com aqueles que nos cercam.

É hora de se perguntar:
_ Estou satisfeita (o) meus relacionamentos pessoais? De modo geral, as pessoas com quem você convivo me fazem bem? Quais aspectos de meu comportamento têm sido elogiados e quais têm sido criticados por meus filhos, netas, familiares e amigos?

Após fazer todas estas perguntas procuro imaginar o que posso pode fazer para melhorar a qualidade de meus relacionamentos. Este tipo de reflexão me permitirá rever as atitudes e ter uma vida pessoal menos conflitiva e mais prazeirosa, com certeza. Faço isso todo ano e posso garantir que não é fácil não…

Em relação à vida profissional é importante questionar-se sobre o grau de satisfação que você tem em seu trabalho. Você se sente realizado com a atividade que executa? Sente-se reconhecido e valorizado por seu trabalho? Sua remuneração está suprindo suas necessidades? Qual a qualidade dos relacionamentos com seus superiores e com seus colegas de trabalho? Sempre me perguntei isso, e confesso que foi num desses questionamentos que decidi deixar de “cantar na noite” porque eu já estava aposentada mesmo… As minhas apresentações musicais eram praticamente minha nova profissão… O fato é que perguntas como estas me possibilitaram avaliar os prós e contras de meu “cantar” e analisar se era ou não necessário batalhar por uma atividade que embora estivesse mais próxima de meus interesses que me davam maior a satisfação também me fazia sentir frustração.

Por fim, ainda falta avaliar a relação que eu estabelece comigo mesma.
_ Estou satisfeita com a pessoa que sou? Quais são minhas maiores virtudes? Quais defeitos eu deseja superar? Como minha aparência física me faz sentir? ( e nessa eu sempre sofro quando me pergunto) Eu desejo alterar minha imagem atual? Quais fatores têm dificultado para que eu alcance as transformações que desejo? Estas perguntas me permitem refletir sobre meus hábitos e me esforce para alterar as atitudes que me tem trazido sofrimento.

Costumo também elencar 12 metas para serem cumpridas no ano, não necessariamente na ordem que elenco. Tenho o prazo de doze meses para cumprir as 12 metas. E no final do ano revejo essas metas, analiso o que impediu que eu realizasse as que não consegui e agradeço pelas que consegui. O certo é que a minha media de acerto nos últimos 10 anos é a faixa de 4 das 12 elencadas…

O que venho me convencendo a cada ano que finda e outro que se inicia é que reconhecer a necessidade de mudança e acreditar na capacidade de alcançá-la é um grande passo para que se possa viver de forma mais satisfatória no ano vindouro.

 

(Texto adaptado)

 
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Publicado por em 29 de dezembro de 2017 em MEUS ESCRITOS

 

Gratidão e esperança!


2017 está se despedindo…

2018 já apresenta as contrações uterinas do Tempo…

A vida passa, rapidamente e nem nos damos conta de que o tempo passou , só nos percebemos quando encaramos e espelho e identificamos uma assinatura aqui, outra ali… Todas elas em nosso próprio rosto.

É inevitável o envelhecimento. Mas é evitável a envelhecer com sofrimento.

É preciso ter a alma limpa e revigorada a cada ano que passa.

A internet está cheio de textos e considerações sobre o assunto.

Já tem um tempinho ( na verdade 18 anos ) que sigo uma orientação que adaptei para a minha forma de ver e pensar minhas próprias atitudes.  Vou compartilhar com vocês.

Pense e escreva:

Se 2017 fosse uma palavra, qual seria?
Quem foram as pessoas que fizeram parte da sua jornada neste ano?
O que você aprendeu neste ano?
Qual foi o seu maior desafio?
Quais foram as suas realizações neste ano?
O que você descobriu sobre você?

Reveja mentalmente os melhores momentos de 2017, quais foram mesmo?
E o que você quer deixar para traz?
O que você quer manter em 2018?
O que você quer viver e agradecer em 2018?

Despeça-se de 2017 com gratidão.
Escreva uma carta de despedida para 2017 e uma de acolhida para 2018.
Diga ao ano que vai iniciar o que vc espera dela, quais são suas metas, o que vc quer que aconteça.
O que depende só de você para acontecer….
Sele a carta e guarde-a em local seguro.
Em 31 de dezembro de 2018 você  abre, relê e veja quais foram as suas vitórias e onde você errou.

Espero que gostem.

Boas festas e feliz ano novo.

 
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Publicado por em 14 de dezembro de 2017 em ESPIRITUAL, MEUS ESCRITOS

 

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-62ºC (negativos)


Estive em Bonito na FLIB .

Amei!!! Foi muito bom!

Senti-me valorizada e isso fez bem ao meu eu interior; e para a minha surpresa, lá eu tive um reencontro com as minhas origens!

Incomodou meu coração e minha alma sentir a representatividade de minha terra natal tão tímida, tão calada, tão “figurante” nos cenários culturais que ali se apresentavam…

Foi assustadora para mim a confusão entre as personalidades de meus “eus”…

_ Mas ninguém vai falar por Corumbá?

_ Não to te entendendo Marluci!

_ Onde está a Cultura Pantaneira?

_ Uéé´!!

_ Ah…Ali está Roma Romam,  ali está Peninha!!! ( Tão gigante dentro de seu silencio…Tão presente dentro de sua humildade… )

_ Mas…

Num determinado momento, eu mesma me surpreendi ao jogar-me no centro da roda e me identificar:

__ Meu nome é Marluci Brasil! Sou de Corumbá!

Senti uma força levantando meus ombros, empurrando meu peito para frente, levantando minha cabeça, empinando meu nariz, firmando meu olhar, empostando meu timbre de voz… Era como se eu estivesse “encarando o desafio”. Uma posição de defesa. Uma atitude de proteção!!! E me vi falando das dificuldades dos artistas corumbaenses e ladarenses  ( não podia esquecer de Ladário). Questionei sobre música, sobre artes plásticas, sobre dramaticidade, e principalmente sobre literatura. Puxei uma perna do “Polvo Cultural” para a minha amada Educação e recebi tapinhas nos ombros, apertos de mãos e sorrisos, fiquei presa a olhares fixos, a ouvidos atentos… Tomei as rédeas e usei do tempo que me cabia caprichando no “dox, trex “ no fato de termos sido a primeira cidade de MT integrado a ter instutuida uma ACADEMIA DE LETRAS, e percebi que muitas pessoas desconheciam os valores culturais de Corumbá. Extrapolei protocolos. Quebrei a ordem de apresentações … E ganhei um número considerável de endereços de e-mails e contatos por whatsapp…

Quer saber? Embora eu saiba, embora eu tenha certeza, de que os fins de meus dias não serão na Terra Branca, identifiquei em Bonito uma parte de minha alma ainda presa em minha naturalidade.

Não doi mais… Doeu muito, e doeu quando eu ainda morava na Cidade Branca. Mas o sentimento em meu peito congelado  ( a – 62 °C. ) parece que começou a suar …

A magoa colada neste sentimento ( gelo cola, e como cola!!!) começa a apresentar trincaduras…

Acho que já posso arriscar a dizer que pode ser que eu permita que o passado passe…

 
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Publicado por em 11 de dezembro de 2017 em MEUS ESCRITOS

 

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Carta aberta nº II para o Prefeito Ruiter Cunha de Oliveira


Meu querido

Entre tantas cartas trocadas por e-mail, mensagens de whatsapp e telefonemas recheados de carinho e confiança mútua, esta é a segunda “carta aberta” que te escrevo.

A primeira eu sei que você leu (tenho até hoje comigo o e-mail emocionado que você me mandou), no entanto sei que esta carta você não lerá, pelo menos não agora… Mas também sei que um dia, ainda que espiritualmente você tomará conhecimento dela; quando acordar e perceber que está em outra dimensão vivo e na companhia dos anjos de Deus, de seres iluminados, no colo de Maria Santíssima sob o olhar atento de Jesus.

Que susto Ruiter!!! Quanto apreensão!!! Quantos momentos tensos!!! Quantas lágrimas incontidas!!! Quanto amor em meu coração!!!

Não vou mais ouvir seu riso (do outro lado da linha), nem seu pedido de desculpas pelo adiantado da hora… Não vou mais dizer: __Ok , não vou falar nada!!! Vou me calar!!! (sempre atendendo um pedido seu após nossas conversas …)

Eu sinto muito meu querido, mas desta vez não vou atender seu querer. Não vou me calar! Não posso me calar! Se o seu coração não suportou (e ele era 10 anos mais jovem que o meu) imagina o meu… O meu saiu do lugar Ruiter, tá batendo aqui, bem aqui na minha garganta. Bate dolorido e me impede de engolir e quase de respirar…

Eu tenho que te dizer, (não se zangue, mas vou repetir):

_ Esquece a política! Ela ainda vai te matar!!!!

E matou né? Viu? Eu estava certa!!!!

Eu sei que muitos vão achar que eu estou exagerando… Mas isso não me importa. Não muda minha forma de pensar e de agir.

Quando você me disse que ia voltar ao cargo de prefeito em Corumbá, eu pedi que não fizesse isso… Argumentei, falei que desta vez eu não iria me manifestar porque eu não queria perder você. Lembra?

Você entendeu e me disse que no fundo você sabia que eu lhe mandaria vibrações positivas, e eu mandei!!! Muitas!!! Mas confesso que no fundo, no fundo… Fiquei torcendo pra que você perdesse a eleição. Por que? Porque eu não queria viver o que estou vivendo hoje! Eu queria você ao alcance de meus 5 sentidos!!!

É muito difícil aguentar tanta pressão, meu querido. Só quem não tem coração é que aguenta … E você tinha… E como tinha!!! Um coração de ouro!!! Maior que o seu próprio peito.

Você foi o melhor filho, o melhor marido, o melhor pai, o melhor irmão, o melhor amigo que se pode ser…

Eu me lembro de sua frase, aqui sentado no sofá de minha sala:

__ Eu tenho que voltar Marluci! Eu preciso provar que não sou isso que falam de mim!!!

Dinho nos olhava e balançava a cabeça, dividido, concordando comigo e ao mesmo tempo com você… “Tadinho do Dinho”… eu me pergunto: Como está o coração dele hoje?

Eu me lembro de suas frases… Gravei várias delas… E em seu último desabafo lembro de sua fala

_ Não vou mais te mandar e-mail nem mensagens pelo Whats… podem rastrear… ( e riu)… Preciso de apoio. Sem apoio não se governa. Você é muito querida, é MINHA querida, mas tem gente que não esquece o seu silencio…

O que me basta, meu querido é que VOCÊ sabia dos motivos do meu silencio e concordou com ele…

Será que os “aliados” ou “alienados” (não… não me peça para medir as palavras…. não quero ter o ataque que você teve) estão com o coração em paz agora?

Em nome desse “apoio” você tomou tantas decisões e atitudes que feriu pessoas pelas quais você tinha amor, tinha carinho, tinha respeito… Sei o nome de cada uma delas… Sei o quanto te custou…

Eu sabia que por ter o coração tão bom, você não iria aguentar ver o que você não queria que acontecesse, acontecer…

O que me dói Ruiter, é que esses mesmo “opressores” de seu peito, esses mesmos que provocaram o estresse máximo em seu coração vão estar presentes no seu velório lamentando sua morte e imaginando, apostando quem vai sair de qual secretaria e quem vai entrar….

Não!!! Não me peça para ficar calada! Não vou! Vou falar por mim, por Bia, por Rafaela, por Rodrigo, por Glaucia e por Leir…

Eu sei que você pensa diferentemente de mim… Sei que você não vai esquecer Corumbá, sei que assim que estiver em condições, vai voltar e intuir os novos governantes, pensando única e exclusivamente no povo de nossa cidade… Mas não exagera, tá? Não se dedique tanto! Não se envolva tanto! Siga a luz! Você já fez tudo o que tinha que fazer pelo seu povo!

E quando reencarnar, fique longe da política… Vai por mim!

Respire fundo e durma o máximo que puder. Sua família e seus amigos estarão velando o seu sono através de orações intermitentes enquanto a saudade durar, e isso quer dizer até nos reencontrarmos novamente.

Descanse em paz, meu querido! Eu sei que você vai conseguir!

Coisa que certamente não acontecerá com os seus “algozes apoiadores e algozes adversários”.

Ah!!!… Em tempo: Perdoa, tá?

Não!!! Não me peça!!! Ainda sou humana…. O espirito aqui é você!!!

Beijos de luz!

Sua amiga

Marluci Brasil

 

 

 
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Publicado por em 1 de novembro de 2017 em MEUS ESCRITOS

 

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Vou ali ouvir New Age e já volto…


Não estou sendo radical (pelo menos acho que não) …

Eu sei que o povo merece e tem direito à distração, a se desligar um pouco dos problemas e a viver de forma que a opressão dos pesos diários não acabem por tirar-lhes a alegria de viver…

Eu sei disso, mas assistindo pela TV as reportagens relacionadas ao ROCK IN RIO não consigo deixar de pensar que tudo parece uma grande hipocrisia.

Então vejamos:

  • Crise? Que crise? Onde que existe crise?
  • Você sabe o preço do ingresso?
  • Parou para pensar em quanto custou construir a CIDADE DO ROQUE?
  • Quantas casas populares caberiam naquele terreno?
  • Quantas custaria a construção das casas?
  • Quanto se gastou na construção da NA ESTRUTURA DOS SHOWS? Som, palco, iluminação, etc…etc…etc…
  • Os ingressos pagam isso tudo?
  • Quantas escolas, creches, hospitais poderiam ser construídas com esse dinheiro?….
  • Tá ! Tá!!! Eu sei que tem dinheiro de empresas dentro do negócio. Mas, essas empresas estão em dia com os impostos para que não falte verba para as instituições públicas de ensino, saúde, habitação e segurança?
  • Quanto por centos dos artistas que se apresentaram e ainda estão se apresentando nos palcos pediram PAZ no meio do show, para a cidade do Rio de Janeiro que está vivendo uma guerra? Quantos desses mesmos artistas, antes do show, não consumiram drogas no seu camarim (alimentando o tráfico e a violência) ?

 

Olho as figuras humanas se apresentando, a aparência delas…

Isso é estilo? Mas o que é estilo?

O que sei é que no campo da arte, o estilo é cada movimento artístico (por exemplo, o ESTILO BARROCO) com as características que unificam ou distinguem uma obra artística de outra e um autor em relação a outro.

Mas ali estão mais de 95 por cento cantando, tocando, gesticulando raiva…ira… aquilo não é energia nem aqui nem na China.

Será que estou errada?

Um momento… vou ali ouvir Música New Age e já volto…

 

 
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Publicado por em 25 de setembro de 2017 em MEUS ESCRITOS

 

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