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TEXTOS QUE EU GOSTARIA DE TER ESCRITO

“Há uma indisfarçável e sedutora beleza na personalidade de muitos Homens que hoje estão na idade madura. Destacarei aqui uma classe de Homens que são companhias agradabilíssimas: os que hoje são quarentões, cinquentões e sessentões…

Percebe-se com uma certa facilidade a sensibilidade de seus corações, a devoção que eles tem pelo que há de mais belo nos SENTIMENTOS.

Eles são mais inteligentes, vividos, charmosos, eloqüentes. Sabem o que falam, e sabem falar na hora certa. Sabem fazer-se presentes sem incomodar. Sabem conquistar uma boa amizade.

Em termos de relacionamentos, trocam a quantidade pela qualidade. Visão aguçada sobre os valores da vida, sabem tratar uma mulher com respeito e carinho. São Homens especiais, românticos, interessantes e atraentes pelo que possuem na sua forma de ser, de pensar e de viver. Na forma de encarar a vida, são mais poéticos, mais sentimentais, mais emocionais e MUITO mais emocionantes.

Homens mais amadurecidos têm maior desenvoltura no trato com as mulheres, sabem reconhecer as suas qualidades, são mais espirituosos, discretos, compreensivos e mais educados.

A saudável influência de uma época provocada por tantos acontecimentos importantes nas décadas de 60/70, que hoje permanecem na memória e que mudaram a vida de muitos. Uma época em que o melhor da festa era dançar agarradinho e namorar ao ritmo suave das baladas românticas. O luar era inspirador, os domingos de sol eram só alegrias.

Foram e ainda são os Homens que mais souberam namorar: namoro no portão, aperto de mão, abraços apertadinhos, com respeito e com carinho, olhos nos olhos, ah, isso sim tinha MUITO mais valor…

moda era amar ou sofrer de amor. Muitos viveram de amor… outros morreram de amor… Estes Homens maduros de hoje, NUNCA foram Homens de “ficar”. Ou eles estavam a namorar, estavam na “fossa” ou estavam sozinhos. Se eles “ficassem”, ficariam para sempre… ao trocar alianças com suas amadas!!!

O tempo se encarregou de distingui-los dos demais: deixando os seus cabelos cor-de-prata, os movimentos mais suaves, a voz pausada e mais sonora, hoje eles são Homens que certamente marcaram uma bela época.

Eu tenho a felicidade de ter alguns deles como amigos virtuais. Mesmo não os vendo pessoalmente, percebo estas características através de suas palavras e gestos.

Muitos deles hoje “dominam” com habilidade e destreza essas máquinas virtuais, comprovando que nem o avanço da tecnologia lhes esfriou os sentimentos.

O importante é perceber que os seus corações permanecem jovens… São Homens maduros, e que nós mulheres de hoje temos o privilégio em PODER ADMIRÁ-LOS!!!”

Autora desconhecida…

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uma mensagem maravilhosa! ( momento espirita)

Era uma tarde de domingo e o parque estava repleto de pessoas que aproveitavam o dia ensolarado para passear e levar seus filhos para brincar.

O vendedor de balões havia chegado cedo, aproveitando a clientela infantil para oferecer seu produto e defender o pão de cada dia.

Como bom comerciante, chamava atenção da garotada soltando balões para que se elevassem no ar, anunciando que o produto estava à venda.

Não muito longe do carrinho, um garoto negro observava com atenção. Acompanhou um balão vermelho soltar-se das mãos do vendedor e elevar-se lentamente pelos ares.

Alguns minutos depois, um azul, logo mais um amarelo, e finalmente um balão de cor branca.

Intrigado, o menino notou que havia um balão de cor preta que o vendedor não soltava. Aproximou-se meio sem jeito e perguntou: “moço, se o senhor soltasse o balão preto, ele subiria tanto quanto os outros?”

O vendedor sorriu, como quem compreendia a preocupação do garoto, arrebentou a linha que prendia o balão preto e, enquanto ele se elevava no ar, disse-lhe:

“Não é a cor, filho, é o que está dentro dele que o faz subir.”

O menino deu um sorriso de satisfação, agradeceu ao vendedor e saiu saltitando, para confundir-se com a garotada que coloria o parque naquela tarde ensolarada.

O preconceito é uma praga que se alastra nas sociedades e vai deixando um rastro de prejuízos, tanto físicos como morais.

O preconceito de raça tem feito suas vítimas, ao longo da história da humanidade.

Mas não é somente o preconceito racial que tem sido causa de infelicidade. Esse malfeitor também aparece disfarçado sob outras formas para ferir e infelicitar.

Por vezes, surge como defensor da religião, espalhando a discórdia e a maldade, o sectarismo e os ódios sem precedentes.

Outras vezes apresenta-se em nome da preservação da raça, gerando abismos intransponíveis entre os filhos de Deus.

Também costuma travestir-se de muro entre as classes sociais, fortalecendo o egoísmo, o orgulho, a inveja e o despeito.

Podemos percebê-lo, ainda, agindo como barreira entre a inteligência e a ignorância, disfarçado de sabedoria, impedindo que o mais esclarecido estenda a mão ao menos instruído.

O preconceito também costuma aparecer travestido de patriotismo, criando a falsa expectativa de supremacia nas mentes contaminadas pela soberba.

Ele também pode ser percebido com aparência de idealismo político, explorando mentes juvenis inexperientes e sonhadoras, que são usadas como massa de manobra.

Como se pode perceber, o preconceito é um inimigo público que deveria ser combatido como se combate uma epidemia.

Essa chaga social tem emperrado as rodas do progresso e da paz.

Por essa razão, vale empreender esforços para detectar sua ação, sob disfarces variados, e impedir sua investida infeliz.

Começando por nós mesmos, vamos fazer uma auto-análise para verificar se o preconceito não está instalado em nosso modo de ver, de sentir, comandando nossas atitudes diárias.

Depois, extirpar de vez por todas esse mal que teima em nos impedir de viver a solidariedade e a fraternidade sem limites, como propôs o Mestre de Nazaré.

Pense nisso!

A fraternidade é a chave que rompe as amarras que nos retém nas baixadas, quais balões cativos, e nos permite ganhar as alturas, elevando-nos acima das misérias humanas.

Para isso, lembremo-nos do vendedor de balões e ouçamos a sábia advertência da nossa própria consciência:

“Não é a cor, nem a raça, nem a posição social, nem a religião, nem as aparências externas, filho, é o que está dentro de você que o faz subir.”

Pense nisso!

FONTE:  Redação do Momento Espírita, com base no conto “o vendedor de balões”, do livro as 100 mais belas parábolas de todos os tempos

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O ano é 2.210 D.C. – ou seja, daqui a duzentos anos – e uma conversa entre avô e neto tem início a partir da seguinte interpelação:

– Vovô, por que o mundo está acabando?

A calma da pergunta revela a inocência da alma infante. E no mesmo tom vem a resposta:

– Porque não existem mais PROFESSORES, meu anjo.

– Professores? Mas o que é isso? O que fazia um professor?

O velho responde, então, que professores eram homens e mulheres elegantes e dedicados, que se expressavam sempre de maneira muito culta e que, muitos anos atrás, transmitiam conhecimentos e ensinavam as pessoas a ler, falar, escrever, se comportar, localizar-se no mundo e na história, entre muitas outras coisas. Principalmente, ensinavam as pessoas a pensar.

– Eles ensinavam tudo isso? Mas eles eram sábios?

– Sim, ensinavam, mas não eram todos sábios. Apenas alguns, os grandes professores, que ensinavam outros professores, e eram amados pelos alunos.

– E como foi que eles desapareceram, vovô?

– Ah, foi tudo parte de um plano secreto e genial, que foi executado aos poucos por alguns vilões da sociedade. O vovô não se lembra direito do que veio primeiro, mas sem dúvida, os políticos ajudaram muito. Eles acabaram com todas as formas de avaliação dos alunos, apenas para mostrar estatísticas de aprovação. Assim, sabendo ou não sabendo alguma coisa, os alunos eram aprovados. Isso liquidou o estímulo para o estudo e apenas os alunos mais interessados conseguiam aprender alguma coisa.

Depois, muitas famílias estimularam a falta de respeito pelos professores, que passaram a ser vistos como empregados de seus filhos. Estes foram ensinados a dizer “eu estou pagando e você tem que me ensinar”, ou “para que estudar se meu pai não estudou e ganha muito mais do que você” ou ainda “meu pai me dá mais de mesada do que você ganha”. Isso quando não iam os próprios pais gritar com os professores nas escolas. Para isso muito ajudou a multiplicação de escolas particulares, as quais, mais interessadas nas mensalidades que na qualidade do ensino, quando recebiam reclamações dos pais, pressionavam os professores, dizendo que eles não estavam conseguindo “gerenciar a relação com o aluno”. O professores eram vítimas da violência – física, verbal e moral – que lhes era destinada por pobres e ricos. Viraram saco de pancadas de todo mundo.

Além disso, qualquer proposta de ensino sério e inovador sempre esbarrava na obsessão dos pais com a aprovação do filho no vestibular, para qualquer faculdade que fosse. “Ah, eu quero saber se isso que vocês estão ensinando vai fazer meu filho passar no vestibular”, diziam os pais nas reuniões com as escolas. E assim, praticamente todo o ensino foi orientado para os alunos passarem no vestibular. Lá se foi toda a aprendizagem de conceitos, as discussões de idéias, tudo, enfim, virou decoração de fórmulas. Com a Internet, os trabalhos escolares e as fórmulas ficaram acessíveis a todos, e nunca mais ninguém precisou ir à escola para estudar a sério.

Em seguida, os professores foram desmoralizados. Seus salários foram gradativamente sendo esquecidos e ninguém mais queria se dedicar à profissão. Quando alguém criticava a qualidade do ensino, sempre vinha algum tonto dizer que a culpa era do professor. As pessoas também se tornaram descrentes da educação, pois viam que as pessoas “bem sucedidas” eram políticos e empresários que os financiavam, modelos, jogadores de futebol, artistas de novelas da televisão, sindicalistas – enfim, pessoas sem nenhuma formação ou contribuição real para a sociedade.

Ah, mas teve um fator chave nessa história toda. Teve uma época longa chamada ditadura, quando os milicos colocaram os professores na alça de mira e quase acabaram com eles, que foram perseguidos, aposentados, expulsos do país, em nome do combate aos subversivos e à instalação de uma república sindical no país. Eles fracassaram, porque a tal da república sindical se instalou, os tais subversivos tomaram o poder, implantaram uma tal de “educação libertadora” que ninguém nunca soube o que é, fizeram a aprovação automática dos alunos com apoio dos políticos… Foi o tiro de misericórdia nos professores. Não sei o que foi pior – os milicos ou os tais dos subversivos.

– Não conheço essa palavra. O que é um milico, vovô?

– Era, meu filho, era, não é. Também não existem mais…

( procura-se o autor)

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QUANDO O PAI ESQUECE O FILHO DO PRIMEIRO CASAMENTO

Um homem que se finge de burro é mais burro do que um burro honesto. O que me dói é ver um pai casar de novo e esquecer o filho do primeiro casamento.
Esquecer.
Nenhum cartão de Natal ou presente debaixo da lareira.É que ganhou um herdeiro do segundo casamento, está envolvido na escolha do  enxoval, no anúncio do jornal, em fumar charuto com o sogro e com aquela
vaidade suprema  de ostentar para sua esposa que é experiente e sabe segurar a criança.

Ele apaga a casa anterior – com o que havia dentro dela – e se apega à casa
recente. Entende que sua criança ou adolescente cresceu o suficiente para
não depender mais dele. Nenhum filho cresce o suficiente para ser órfão de repente, não  importa a idade.

Aquele filho a quem amava e criava com zelo, a quem aconselhava e trocava
as fraldas passa a existir somente como uma pensão, uma linha do seu
contracheque. Não  pergunta.

Não telefona. Não se encontra fora de hora. Está muito ocupado criando um
bebê. O que dá para entender é que ele não ama filho, mas a mulher com quem se encontra  no momento. Faz qualquer coisa para agradá-la, inclusive negar a paternidade do primeiro casamento.

É do tipo ou tudo ou nada, ligado à figura masculina patriarcal, que
oferece e tira conforme suas vantagens. Não é bem um pai, mas um
latifundiário emocional, desconfiado, na permanente ameaça de invasão de suas terras.

Mãe é diferente, sempre se elogia quando menciona um filho. Mareja os olhos
ao mexer na gaveta das camisas, colete com bilhetes e desenhos, inventa uma
porção de  neologismos no abraço. Não se guarda para depois, para um melhor momento;  está disposta a conversar pressentimentos e costurar recordações.

Pai costuma se omitir no momento do desabafo. É comedido demais para estar vivo. Troca de personalidade, de residência,de amor, o que precisar, no
sentido de prevenir  a sobrecarga de problemas. Para namorar, ele some por meses (exatamente o  contrário da mãe, que administra o final de semana com o apoio da babá e da  avó). Homem  ainda não conseguiu conciliar sua vida profissional com a afetiva. Não é  capaz de unir nem a vida afetiva pregressa com a vida afetiva atual. Cuida  de um afeto por  vez.

Pai não forma sindicato, não cria associação. Continua defendendo que
ninguém tem o direito de se meter na vida dele e converte em inimigos os
amigos que insinuam  sua indisposição filial.

Ele se separou de uma mulher, não do seu filho, mas culpa o filho porque
não consegue completar uma frase com a ex.

Parte do princípio de que ajudando o filho está ajudando a ex. Gostaria de
matá-la, mas então se mata para o filho.

Ou entende que seu filho deve procurá-lo, cria paranóias e neuroses para
aliviar sua culpa. Age como um ressentido, fala mal do filho do primeiro
casamento para  a mulher do segundo casamento, alegando ingratidão. E a mulher do segundo  casamento concorda com o absurdo porque está preocupada com o nenê e deseja  a exclusividade  do marido. E não entende que um irmão depende do outro irmão, que uma  família não cresce por empréstimos.

Homem tem que aprender a sofrer em público, sofrer por um filho o que sofre
por uma dor de cotovelo, apanhar das cólicas e da coriza, desabar numa mesa
de bar, beber  interurbanos, fechar a rua e o sobrenome para encurtar distâncias, chorar  nas apresentações escolares, fingir abandono a cada despedida, para só  assim mostrar que  pai, pai mesmo, nunca será dispensável.

Crônica retirada do livro Mulher Perdigueira, de F. Carpinejar.

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ENGENHOSIDADE LINGUISTICA

“Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador.

Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida.

E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal.

Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos.

O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar.

O artigo feminino deixou as reticências de lado e permitiu esse pequeno índice.
De repente, o elevador para, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos.

Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e para justamente no andar do substantivo.

Ele usou de toda a sua flexão verbal e entrou com ela em seu aposto. Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa.

Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela.

Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar.

Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto.

Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois.

Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo.

É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros.

Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta.

Estavam na posição de primeira e segunda pessoas do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular.

Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício.

Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas.

Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica,  ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história.

Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício.

O verbo auxiliar se entusiasmou, e mostrou o seu adjunto adnominal.

Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto.

Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos.

Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.

O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.”

* Procura-se o autor.

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DESPENTEADA

Hoje aprendi que é preciso deixar que a vida te despenteie, por isso decidi aproveitar a vida com mais intensidade…
O mundo é louco, definitivamente louco…
O que é gostoso, engorda. O que é lindo, custa caro.
O sol que ilumina o teu rosto enruga.
E o que é realmente bom dessa vida, despenteia…
– Fazer amor, despenteia.
– Rir às gargalhadas, despenteia.
– Viajar, voar, correr, entrar no mar, despenteia.
– Tirar a roupa, despenteia.
– Beijar à pessoa amada, despenteia.
– Brincar, despenteia.
– Cantar até ficar sem ar, despenteia.
– Dançar até duvidar se foi boa idéia colocar aqueles saltos gigantes essa noite, deixa seu cabelo irreconhecível…

Então, como sempre, cada vez que nos vejamos eu vou estar com o cabelo bagunçado…
Mas pode ter certeza que estarei passando pelo momento mais feliz da minha vida.
É a lei da vida: sempre vai estar mais despenteada a mulher que decide ir no primeiro carrinho da montanha russa, que aquela que decide não subir.

Pode ser que me sinta tentada a ser uma mulher impecável, toda arrumada por dentro e por fora.
O aviso de páginas amarelas deste mundo exige boa presença:
Arrume o cabelo, coloque, tire, compre, corra, emagreça, coma coisas saudáveis, caminhe direito, fique séria… e talvez deveria seguir as instruções, mas quando vão me dar a ordem de ser feliz?
Por acaso não se dão conta que para ficar bonita eu tenho que me sentir bonita…
A pessoa mais bonita que posso ser!

O único, o que realmente importa é que ao me olhar no espelho, veja a mulher que devo ser.
Por isso, minha recomendação a todas as mulheres:

Entregue-se, Coma coisas gostosas, Beije, Abrace, dance, apaixone-se, relaxe, Viaje, pule, durma tarde, acorde cedo, Corra, Voe, Cante, arrume-se para ficar linda, arrume-se para ficar confortável!
Admire a paisagem, aproveite,
e acima de tudo, deixa a vida te despentear!

( procura-se o autor)

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O tempo e as jabuticabas

Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver
daqui para frente do que já vivi até agora.

Sinto-me como aquela
menina que ganhou uma bacia de jabuticabas.

As primeiras, ela
chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.
Não tolero gabolices.

Inquieto-me com invejosos tentando destruir
quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.

Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos.
Não participarei de conferências que estabelecem prazos fixos
para reverter a miséria do mundo.

Não quero que me convidem
para eventos de um fim de semana com a proposta de abalar o milênio.

Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir
estatutos, normas, procedimentos e regimentos internos.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas,
que apesar da idade cronológica, são imaturos.

Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões
de ‘confrontação’, onde ‘tiramos fatos a limpo’.

Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo
majestoso cargo de secretário geral do coral.

Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: ‘as pessoas
não debatem conteúdos, apenas os rótulos’.

Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a
essência, minha alma tem pressa…

Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente
humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta
com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não
foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos lizados,
e deseja tão somente andar ao lado do que é justo.

Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo.’

O essencial faz a vida valer a pena.

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Quando eu for bem velhinha, espero receber a graça de, num dia de domingo, me sentar na poltrona da biblioteca e, bebendo um cálice de Vinho , dizer a minha neta:
– Querida, venha cá. Feche a porta com cuidado e sente-se aqui ao meu lado. Tenho umas coisas pra te contar.
E assim, dizer apontando o indicador para o alto:
– O nome disso não é conselho, isso se chama colaboração!
Eu vivi, ensinei, aprendi, caí, levantei e cheguei a algumas conclusões. E agora, do alto dos meus 82 anos, com os ossos frágeis a pele mole e os cabelos brancos, minha alma é o que me resta saudável e forte.
Por isso, vou colocar mais ou menos assim:
É preciso coragem para ser feliz. Seja valente.
Siga sempre seu coração. Para onde ele for, seu sangue, suas veias e
seus olhos também irão. E satisfaça seus desejos. Esse é seu direito e obrigação.
Entenda que o tempo é um paciente professor que irá te fazer crescer,
mas escolha entre ser uma grande menina ou uma menina grande, vai
depender só de você.
Tenha poucos e bons amigos. Tenha filhos. Tenha um jardim. Aproveite sua casa, mas vá a Natal, Maceió, a Itália. Cuide bem dos seus dentes.
Experimente, mude, corte os cabelos. Ame. Ame pra valer, mesmo que ele seja o carteiro.
Não corra o risco de envelhecer dizendo “ah, se eu tivesse feito…”
Tenha uma vida rica de vida.
Vai que o carteiro ganha na loteria – tudo é possível, e o futuro é
imprevisível.
Viva romances de cinema, contos de fada e casos de novela.
Faça sexo, mas não sinta vergonha de preferir fazer amor.
E tome conta sempre da sua reputação, ela é um bem inestimável. Porque, sim, as pessoas comentam, reparam, e se você der chance elas inventam também detalhes desnecessários.
Se for se casar, faça por amor. Não faça por segurança, carinho ou status.
A sabedoria convencional recomenda que você se case com alguém
parecido com você, mas isso pode ser um saco!
Prefira a recomendação da natureza, que, com a justificativa de
aperfeiçoar os genes na reprodução, sugere que você procure alguém
diferente de você. Mas para ter sucesso nessa questão, acredite no
olfato e desconfie da visão. É o seu nariz quem diz a verdade quando o assunto é paixão.
Faça do fogão, do pente, da caneta, do papel e do armário, seus
instrumentos de criação. Leia.
Pinte, desenhe, escreva. _E por favor, dance, dance, dance até o fim,
se não por você, o faça por mim.
Compreenda seus pais. Eles te amam para além da sua imaginação, sempre fizeram o melhor que puderam, e sempre farão.
.Não tenha preconceitos. Não julgue as diferenças.Cultive os amigos. Eles são a natureza ao nosso favor e uma das formas mais raras de amor.
Não cultive as mágoas – porque se tem uma coisa que eu aprendi nessa vida é que um único pontinho preto num oceano branco deixa tudo cinza.
Era só isso minha querida. Agora é a sua vez. Por favor, encha mais
uma vez minha taça e me conte: como vai você?

(PROCURA-SE O AUTOR)

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A LEI DA ATRAÇÃO

Querido, você cria sua realidade e não existe nenhuma outra regra. Você está aqui, na Universidade da Dualidade, para aprender a criar de forma responsável.

Existem muitos textos falando sobre a questão de como o ser humano cria as realidades da sua perspectiva.  Nós lhe oferecemos esta advertência: não é o pensamento em si que é criativo, mas sim a CRENÇA… a crença expressada em pensamento na mente clara.

Então, para esclarecer a sintaxe, dizemos que na Lei da Atração é sábio substituir a palavra Pensar por Acreditar, porque, embora o pensamento positivo possa estimular nova crença,enquanto você não acredita no que pensa, você não esta gerando uma nova realidade. Crença gera realidade. Isto é lógico.

Portanto, entenda que, para além da sintaxe, pensamentos positivos só podem se manifestar se estiverem em sincronia com as suas crenças. Por exemplo, se no seu âmago, você ACREDITA que não merece abundância, ou se no âmago da sua mente, você acredita que o acúmulo de abundância é materialista e, portanto, errado, você não manifestará abundância apenas pensando sobre ela. Se acreditar que o dinheiro é a raiz de todo o mal, a LEI da Atração não funcionará para você, até que mude essa crença básica.

Se você acreditar que é pobre e que sempre terá que lutar para sobreviver, sua própria crença criará essa experiência. Não importa se você tem dois ou três empregos; sua crença básica será gerada, projetada na dimensionalidade e certamente se manifestará. Você terá que se lutar economicamente.

Se acreditar que não é “muito esperto”, seu cérebro assumirá essa crença e você será limitado. Se acreditar que não é atraente, você projetará essa imagem a todos ao seu redor telepaticamente.

Você projeta constantemente suas crenças e se encontrará frente à frente com suas manifestações quando olhar para o mundo à sua volta. Elas formam uma imagem espelhada das suas crenças realizadas. Você não pode escapar das suas crenças.
Entretanto, elas são o método através do qual você cria sua experiência.

Da mesma forma, se você acreditar – em termos bem simples – que as pessoas vão lhe querer bem, vão tratá-lo bem, é isso que elas farão. E se acreditar que o mundo está contra você, assim será a sua experiência. E se acreditar que seu corpo vai começar a envelhecer e enfraquecer aos 40 anos, assim será. Entende o que queremos dizer?

Você está na existência física para aprender e entender que suas crenças, energeticamente traduzidas em sentimentos, pensamentos e emoções, causam toda a experiência. Ponto. Agora, a sua experiência pode mudar as suas crenças e, a
qualquer momento, você está no controle e pode escolher no que acreditar. A chave é formar CRENÇA através da escolha consciente da “super-alma” da Mer-Ka-Na e não se programar inconscientemente.

Agora, levemos este conceito para a multidimensionalidade.

Imagine que você teve um certo número de vidas como monge ou padre, onde fez votos estritos de pobreza. Você evitou o “material” e aderiu fortemente à CRENÇA de que o dinheiro é “a raiz de todo o mal”.

Todas as encarnações são simultâneas no eterno agora. Na sua encarnação atual, você está concentrado em criar sua realidade; você precisa de dinheiro e reconhece que o
dinheiro não é um mal, mas simplesmente uma energia, e que ele pode ser usado para muitas coisas positivas. Você leu todos os livros, todos os artigos sobre como o pensamento positivo desencadeia a “Lei da Atração”, entretanto ainda não está conseguindo trazer a abundância para a sua vida.

Será que, multidimensionalmente, você não está em “desvantagem”?

Se você tiver uma dúzia de encarnações ocorrendo simultaneamente no AGORA, todas elas evitando e rejeitando o que ACREDITAM ser “coisas materiais”, e apenas uma
encarnação tentando criar abundância, qual dos esforços você acha que contém maior projeção de energia?

Na mente do AGORA da Mer-Ka-Na, você tem a capacidade de mudar o passado aparente e criar um harmônico unificado daquilo que você deseja e acredita.

E, Querido, o dinheiro não é mau! Ele é energia e, no novo paradigma, você precisa criá-lo de um modo responsável e amoroso.

Você PODE ter o que quiser, o que precisar, mas a Crença deve ser harmônica na multidimensionalidade. Não é um simples “peça e lhe será dado”. Deve ser projetada numa mente harmônica e clara. E a mente está acima do cérebro. A mente é multidimensional…

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Extraído de:

http://www.luzdegaia.org/metatron/tyberonn/lei_atracao_como_

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Esopo… o gênio

Esopo era um escravo de rara inteligência que servia à casa de um conhecido chefe militar da antiga Grécia.

Certo dia, em que seu patrão conversava com outro companheiro sobre os males e as virtudes do mundo, Esopo foi chamado a dar sua opinião sobre o assunto, ao que respondeu seguramente:

– Tenho a mais absoluta certeza de que a maior virtude da terra está à venda no mercado.

– Como? Perguntou o amo surpreso. Tens certeza do que está falando? Como podes afirmar tal coisa?

– Não só afirmo, como, se meu amo permitir, irei até lá e trarei a maior virtude da terra.

Com a devida autorização do amo, saiu Esopo e, dali a alguns minutos voltou carregando um pequeno embrulho.

Ao abrir o pacote, o velho chefe encontrou vários pedaços de língua, e, enfurecido, deu ao escravo uma chance para explicar-se.

– Meu amo, não vos enganei, retrucou Esopo.

– A língua é, realmente, a maior das virtudes. Com ela podemos consolar, ensinar, esclarecer, aliviar e conduzir.

– Pela língua os ensinamentos dos filósofos são divulgados, os conceitos religiosos são espalhados, as obras dos poetas se tornam conhecidas de todos.

– Acaso podeis negar essas verdades, meu amo?

– Boa, meu caro, retrucou o amigo do amo. Já que és desembaraçado, que tal trazer-me agora o pior vício do mundo.

– É perfeitamente possível, senhor, e com nova autorização de meu amo, irei novamente ao mercado e de lá trarei o pior vício de toda terra.

Concedida a permissão, Esopo saiu novamente e dali a alguns minutos voltava com outro pacote semelhante ao primeiro.

Ao abri-lo, os amigos encontraram novamente pedaços de língua. Desapontados, interrogaram o escravo e obtiveram dele surpreendente resposta:

– Por que vos admirais de minha escolha?

– Do mesmo modo que a língua, bem utilizada, se converte numa sublime virtude, quando relegada a planos inferiores se transforma no pior dos vícios.

– Através dela tecem-se as intrigas e as violências verbais. Através dela, as verdades mais santas, por ela mesma ensinadas, podem ser corrompidas e apresentadas como anedotas vulgares e sem sentido.

– Através da língua, estabelecem-se as discussões infrutíferas, os desentendimentos prolongados e as confusões populares que levam ao desequilíbrio social.

– Acaso podeis refutar o que digo? Indagou Esopo.

Impressionados com a inteligência invulgar do serviçal, ambos os senhores calaram-se, comovidos, e o velho chefe, no mesmo instante, reconhecendo o disparate que era ter um homem tão sábio como escravo, deu-lhe a liberdade.

Esopo aceitou a libertação e tornou-se, mais tarde, um contador de fábulas muito conhecido da Antigüidade e cujas histórias até hoje se espalham por todo mundo.

“Quando falar, cuide para que suas palavras sejam melhores do que o silêncio”.

(procura-se o autor)

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Quando um ganso bate as asas, cria um ‘vácuo’ para o pássaro seguinte. Voando numa formação em V, o bando inteiro tem o seu desempenho 71% melhor do que se a ave voasse sozinha.”

Lição: Pessoas que compartilham uma direção comum e senso de comunidade, podem atingir seus objetivos mais rápido e facilmente.

“Sempre que um ganso sai da formação, sente subitamente a resistência por tentar voar sozinho. Rapidamente, volta para a formação, aproveitando a “aspiração” da ave imediatamente à sua frente.”

Lição: Se tivermos tanta sensibilidade quanto um ganso, permaneceremos em formação com aqueles que se dirigem para onde pretendemos ir e nos disporemos a aceitar a sua ajuda, assim como prestar a nossa aos outros.

“Quando o ganso líder se cansa, muda para trás na formação e, imediatamente, um outro ganso assume o lugar, voando para a posição de ponta”.

Lição: É preciso acontecer um revezamento das tarefas pesadas e dividir a liderança. As pessoas, assim como os gansos, são dependentes umas das outras.

“Os gansos de trás, na formação, grasnam para incentivar e encorajar os da frente e aumentar a velocidade.”

Lição: Precisamos nos assegurar de que o nosso “grasno” seja encorajador para que a nossa equipe aumente o seu desempenho.

“Quando um ganso fica doente, ferido, ou é abatido, dois gansos saem da formação e seguem-no para ajudá-lo e protegê-lo. Ficam com ele até que esteja apto a voar de novo ou morra. Só assim, eles voltam ao procedimento normal, com outra formação, ou vão atrás de um outro bando.” Lição: Se nós tivermos bom senso tanto quanto os gansos, também estaremos ao lado dos outros nos momentos difíceis.

Uma ótima mensagem para quem quer trabalhar em equipe. 

OBS: autor desconhecido

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  1. Amarás teu filho, com todo o teu coração, alma e forças, mas sabiamente com o teu intelecto.
  2. Verás em teu filho uma pessoa, e não um objeto que lhe pertence.
  3. Não exigirás dele amor e respeito, porem tratarás de ganha-los.
  4. Toda vez que seus atos te fizerem perder a paciência, trarás à tua lembrança, quando tinhas a idade dele.
  5. Lembra que o teu exemplo será mais eloqüente que os teus sermões.
  6. Pense que teu filho vê em ti um superior; não o desiludas.
  7. No caminho de sua vida serás um sinal que o impedirá de tomar rumos equivocados, dos quais dificilmente retornará.
  8. Ensinar-lhes-ás a admirar a beleza, a praticar o bem e a amar a verdade.
  9. Dedicarás atenção aos teus problemas, quando ele julgar que podes ajudar a solucioná-los.
  10. Com tua palavra e exemplo, lhe ensinarás a amar a DEUS sobre todas as coisas.

Obs: procura-se o autor

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